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Ciências Ocultas / Iniciação

CLARIVIDENCIA

Assunto reunido a partir de 10 trechos de livros cadastrados.

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Ciências OcultasIniciaçãoiniciacaopratica

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10 registros
Franz Bardon9 trechos

Magia Prática: Caminho do Adepto

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU I

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Acrescenta ainda que aprendizes mais evoluídos, que estejam desenvolvendo a clarividência, podem utilizar essa técnica como parte desse treinamento.

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O mago tem mais uma possibilidade a ser considerada, que é o banho magnético dos olhos. Ele deve mergulhar o rosto, pela manhã, num recipiente cheio até a metade com água amanhecida ou fervida no dia anterior, abrindo os olhos dentro dele. Deve rolar os olhos para todos os lados, repetindo o exercício sete vezes.

O ardor inicial dos olhos logo passa, assim que eles se acostumam à água. Se o aprendiz sofre de algum tipo de fraqueza visual, é conveniente acrescentar à água uma cocção de chá de eufrásia (Herba Euphrasia). Esses banhos oculares tornam os olhos mais resistentes contra as mudanças climáticas, eliminam a fraqueza visual, fortalecem a visão, tornando os olhos claros a luminosos. Não devemos esquecer de impregnar a água a ser utilizada para tal fim, com o nosso pensamento ou desejo, a magnetizá-la. Os aprendizes mais evoluídos, que estão aprendendo a arte da clarividência, também têm a possibilidade de desenvolver essa habilidade através dessa técnica.

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GRAU III

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"Os exercícios de concentração dessa etapa fortalecem não só a força de vontade e a capacidade de concentração, mas todas as forças em conjunto, intelectuais e espirituais." Afirma ainda que esses exercícios constituem preparação para práticas posteriores como: Transmissão do pensamento; Telepatia; Viagem mental; Clarividência; Vidência à distância.

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Imaginemos pessoas de outras raças, mulheres a homens, jovens a velhos, crianças, como por exemplo, indianos, negros, chineses, japoneses. Como meios auxiliares podemos usar livros a revistas ilustradas, assim como fazer visitas aos museus. Depois de alcançarmos o objetivo de fixar a imagem durante cinco minutos com os olhos fechados a também com eles abertos, a instrução mágica do espírito, do terceiro grau, estará completa.

Em todos os exercícios devemos ter muita paciência, perseverança, constância e tenacidade, para dominar os mais difíceis. Aqueles alunos que conseguem dispender o esforço exigido, ficarão muito satisfeitos com as forças obtidas através dos exercícios de concentração e poderão aprofundá-las no grau seguinte. Os exercícios de concentração dessa etapa fortalecem não só a força de vontade e a capacidade de concentração, mas todas as forças em conjunto, intelectuais a espirituais, despertam a capacidade mágica do espírito e são imprescindíveis como pré-exercício para a transmissão do pensamento, a telepatia, a viagem mental, a clarividência, a vidência à distância a outros. Sem essas capacidades o futuro mago não progredirá. Por isso, devemos empenhar todos os nossos esforços em trabalhar com cuidado a constância.

2Instrução Mágica da Alma (III)

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GRAU VI

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Essa prática servirá de preparação para capacidades como a clarividência, a clariaudiência e a sensitividade.

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... er se trate de uma esfera própria ou de uma outra, estranha. Em função da diversidade, citarei só alguns exemplos. Através dos elementais o mago poderá influenciar o pensamento de uma outra pessoa, fortalecer ou enfraquecer as energias espirituais a intelectuais dela, proteger a si mesmo a aos outros de influências estranhas, transformar amizades em inimizades a viceversa, produzir um clima favorável no trato com as outras pessoas e dominar com a sua vontade qualquer pessoa com pouca força de vontade a espírito não evoluído. O negociante poderá aumentar sua clientela, a em outras coisas mais os elementais poderão prestar bons serviços. O mago autêntico porém só visará o bem, o altruísmo e o motivo mais nobre, se quiser galgar os degraus mais elevados da maturidade mágica. A prática da geração dos elementais é muito simples a depende da imaginação do mago. Mas devemos obedecer certas regras:

  1. Devemos dar ao elemental uma forma determinada, correspondente ao desejo

que queremos ver realizado. Essa forma é criada através da imaginação intensiva.

  1. Deve ser dado um nome à forma, o assim chamado invólucro. Tudo o que

existe, com ou sem forma, deve ter um nome; aquilo que não tem nome não ex is te.

  1. A tarefa deve ser atribuída ao elemental através da vontade a da força de

imaginação, portanto, devemos lhe comunicar qual o efeito que deverá desencadear. Para isso deve ser utilizado o modo presente a imperativo, como foi ensinado no capítulo sobre o subconsciente.

  1. A capacidade de agir deve ser transmitida ao elemental, sem considerar se

trata-se de um elemental de efeito te ...

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GRAU VII

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Bardon define a clarividência como aquilo que popularmente é chamado de "segundo rosto".; Ela compreende a capacidade de perceber além das limitações comuns do tempo e do espaço, podendo manifestar-se como:; percepção do passado;; percepção do presente;; percepção do futuro;; visão de desencarnados;; percepção de outros seres e planos.; Entretanto, ele afirma que existem diversos tipos de clarividência, e nem todos são desejáveis para o estudante de magia.; O primeiro tipo é a clarividência nata.; Ela é concedida ao indivíduo ainda no mundo invisível ou resulta de desenvolvimentos obtidos em existências anteriores.; Segundo Bardon, esta é a melhor forma de clarividência.; No entanto, são poucas as pessoas que realmente nascem com essa capacidade suficientemente desenvolvida para utilizá-la de maneira prática.; Bardon considera esse dom uma consequência da evolução espiritual anterior, e não algo adquirido ao acaso durante a vida atual.; Outro tipo manifesta-se de maneira espontânea devido a um desequilíbrio involuntário dos elementos no espírito, sendo considerada uma manifestação patológica.; Ela pode surgir após:; enfermidades graves;; enfartes;; colapsos nervosos;; desgaste físico;; desgaste psíquico;; desgaste mental.; Nessas situações pode surgir uma percepção clarividente parcial, como efeito secundário da doença.; Contudo, Bardon alerta que esse desenvolvimento é extremamente perigoso.; Segundo ele, esse tipo de clarividência pode levar ao enfraquecimento progressivo da saúde e, mais cedo ou mais tarde, ao colapso físico e nervoso do indivíduo.; Para o mago prático, esse tipo de clarividência é indesejado.; Bardon procura diferenciar claramente uma capacidade adquirida por evolução espiritual de outra surgida como consequência de um desequilíbrio. Embora ambas possam produzir fenômenos semelhantes, suas origens são completamente diferentes.; Outra forma pertence às pessoas com forte tendência mediúnica que desenvolvem a clarividência através da evocação de seres espirituais.; Segundo Bardon, esse caminho também não é recomendado.; Ele afirma que muitos praticantes acabam perdendo o equilíbrio psíquico justamente por dependerem dessas influências externas.; O autor chega a afirmar que inúmeras pessoas internadas em hospitais psiquiátricos tiveram sua condição agravada pela prática indiscriminada do espiritismo, motivada muitas vezes apenas pela curiosidade.; Independentemente de concordar ou não com essa afirmação, é importante lembrar que ela representa a posição de Franz Bardon dentro do contexto de sua tradição hermética.; Bardon também menciona a clarividência provocada pelo uso de substâncias como:; ópio;; maconha;; mescalina (Peyotl);; outras drogas semelhantes.; Segundo ele, esse método deve ser completamente evitado.; Entre os efeitos negativos apontados estão:; dependência;; enfraquecimento da vontade;; bloqueio do desenvolvimento moral;; desgaste da energia nervosa;; prejuízo da evolução espiritual.; Ele observa que milhões de casos ocorreram no Oriente e que o Ocidente também testemunhou grande número de situações semelhantes.; O mago não deverá dar atenção a esse método.; Bardon reconhece que muitos estudantes desejam apenas comprovar a existência da clarividência e de outros fenômenos ocultos.; Entretanto, alerta para um erro frequente.; O estudante começa tentando apenas observar esses fenômenos, mas acaba transformando essa busca em um hábito.; Segundo o autor, foi exatamente isso que levou inúmeras pessoas à confusão mental e ao desequilíbrio.; Por essa razão, Bardon afirma que não ensinará nenhum método que possa provocar artificialmente esses estados, apresentando apenas técnicas consideradas seguras dentro da tradição hermética.; Esse é um dos princípios centrais da obra: os fenômenos nunca são o objetivo do treinamento; eles surgem naturalmente como consequência da evolução espiritual.; Existe ainda outro tipo de clarividência, obtido através do enfraquecimento temporário de um órgão dos sentidos, principalmente da visão.; Por isso existem métodos que utilizam:; espelhos mágicos;; bolas de cristal;; pedras preciosas;; fixação prolongada do olhar em determinados objetos.; Bardon reconhece que esses métodos podem ter alguma utilidade.; Entretanto, ressalta que eles não produzem a verdadeira clarividência.; Nas mãos de um mago experiente esses instrumentos servem apenas como auxiliares da visão já desenvolvida.; Nenhum meio auxiliar é capaz, por si só, de criar a clarividência.; Segundo Bardon, ela depende exclusivamente de dois fatores:; O dom natural.; A evolução psíquica, astral e espiritual do mago.; Por fim, Bardon apresenta aquilo que considera o verdadeiro caminho.; Trata-se da clarividência que surge através do desenvolvimento mágico correto, provocado pelo desdobramento sistemático dos sentidos.; Segundo ele, esse método baseia-se nas leis herméticas e na analogia dos elementos.; O autor afirma ainda que revelará um procedimento secreto, até então não descrito em outras obras, extremamente prático dentro da tradição hermética.; Antes de ensinar o exercício propriamente dito, Bardon procura mostrar ao estudante que existem diversos caminhos para o desenvolvimento da clarividência.; Entretanto, apenas um deles é considerado seguro e compatível com o treinamento mágico: aquele que surge naturalmente como consequência do aperfeiçoamento espiritual e do desenvolvimento consciente dos sentidos astrais.; Em seguida apresentaremos a prática para o desenvolvimento dos sentidos astrais.; Bardon inicia este exercício esclarecendo que todo o desenvolvimento da clarividência está fundamentado na luz, pois ela é um aspecto do elemento fogo e, por consequência, corresponde à visão e à vontade. Para alcançar esse objetivo, o aluno deve aprender a imaginar a luz intensamente, tornando-a tão vívida quanto possível em sua consciência.; "Nem o espaço nem o tempo são obstáculos para ela."; Observação; A luz utilizada neste exercício não deve ser encarada apenas como uma imagem simbólica. Durante toda a prática, ela representa um princípio vivo, universal e penetrante, cuja natureza é atravessar todas as coisas.

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Na instrução mágica do espírito, do sexto grau, o aluno aprendeu a tomar consciência de seu espírito e a agir como tal, através dos corpos astral a carnal.

Logo em seguida tratarei de uma das questões mais interessantes relativas a isso, ou seja, a clarividência.

Muitos livros já foram publicados sobre o assunto, mas dentre todos os que me chegaram às mãos, nenhum apresentou alguma utilização prática que pudesse ser adotada pelo mago.

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GRAU VIII

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1 Instrução Mágica do Espírito (VIII) 1.1 Preparação para a Viagem Mental Neste grau, Bardon introduz um dos capítulos mais importantes da prática mágica: a viagem para fora do corpo. Nessa prática, primeiro ocorre o desligamento do corpo mental e, posteriormente, do corpo astral em relação ao corpo físico. Segundo o autor, todo mago que trabalha seriamente no caminho hermético deve desenvolver essa habilidade, po...

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Através da sua evolução o mago passará a ser suficientemente maduro a ponto de enxergar com sua visão espiritual todos os pensamentos, todas as ações, todas as atitudes, relativas ao passado, ao presente ou ao futuro; ele sempre será tentado a julgar o seu semelhante.

Mas com isso ele poderia contrariar as leis a provocar uma desarmonia. Um mago desse tipo não possui maturidade suficiente e perceberá que o Akasha anuviará a sua clarividência e o Maya o atormentará com ilusões.

2.7O Bem e o Mal

FRASES

FRASES

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CLARIVIDÊNCIA

A clarividência exige desenvolvimento prático e disciplinado dos sentidos astrais.

A clarividência é a capacidade de perceber além das limitações do tempo e do espaço.

A clarividência manifesta-se em diferentes formas e origens.

A clarividência inata é a forma mais elevada e segura de percepção.

A clarividência provocada por desequilíbrios físicos, psíquicos ou mentais é instável e prejudicial.

A clarividência induzida por entidades ou substâncias compromete a evolução espiritual.

A verdadeira clarividência não depende de drogas nem de estados artificiais de consciência.

A verdadeira clarividência não é produzida por instrumentos, mas pelo desenvolvimento do próprio mago.

Espelhos, cristais e outros recursos são apenas instrumentos auxiliares da clarividência.

A clarividência autêntica surge naturalmente como consequência da maturidade espiritual.

O desenvolvimento sistemático dos sentidos conduz à verdadeira clarividência.

A clarividência mágica é desenvolvida pelo domínio consciente da luz.

A luz é o princípio que confere à clarividência a capacidade de penetrar todas as coisas.

A clarividência exige a convicção absoluta das propriedades atribuídas à luz.

A clarividência é fortalecida pela concentração da luz nos olhos.

A clarividência deve permanecer sob o controle da vontade do mago.

A clarividência deve ser ativada somente quando houver intenção consciente de utilizá-la.

A prática constante aperfeiçoa a clarividência até que sua ativação se torne imediata.

A pureza do mago determina a qualidade da clarividência.

A clarividência pode ser favorecida por meios auxiliares preparados segundo os princípios mágicos.

Os meios auxiliares apenas fortalecem a clarividência, mas não substituem seu desenvolvimento interior.

A projeção consciente do elemento fogo potencializa os meios destinados à clarividência.

A clarividência é fortalecida quando o elemento fogo recebe uma intenção claramente definida.

O desenvolvimento da clarividência depende da união entre prática, concentração e vontade.

A clarividência deve ser aperfeiçoada sem comprometer o equilíbrio entre a percepção espiritual e a visão material.

A clarividência torna-se progressivamente independente dos meios auxiliares à medida que os sentidos astrais se desenvolvem.

A clarividência aperfeiçoa-se pela repetição disciplinada dos exercícios.

A concentração dirigida ao olho astral é suficiente quando a clarividência já está fortalecida.

A clarividência deve ser desenvolvida em ambiente reservado e protegida de interferências externas.

A disciplina contínua acelera o desenvolvimento seguro da clarividência.

A clarividência deve servir à evolução espiritual e ao benefício da humanidade.

A clarividência não deve ser utilizada por vaidade nem para prejudicar outras pessoas.

A clarividência supera as limitações do tempo e do espaço.

Nada permanece oculto à clarividência plenamente desenvolvida.

A clarividência legítima deve surgir como consequência do desenvolvimento equilibrado do espírito e da alma.

A clarividência obtida por métodos forçados produz uma percepção unilateral e desequilibrada.

A clarividência baseada na paralisação dos elementos pode comprometer a saúde física, psíquica e espiritual.

A clarividência depende da maturidade espiritual e do domínio consciente dos elementos.

A clarividência consciente difere das percepções involuntárias produzidas por estados anormais da consciência.

A clarividência representa a capacidade de perceber informações além dos sentidos físicos.

A psicometria é apresentada como uma manifestação derivada da clarividência desenvolvida.

A percepção superior permite acessar imagens, impressões e conhecimentos ocultos.

O desenvolvimento da consciência amplia os meios de percepção da realidade.

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GRAU IX

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1 Instrução Mágica do Espírito (IX) Neste grau, Bardon aprofunda o estudo da clarividência, diferenciando o desenvolvimento natural e equilibrado daquele obtido por métodos artificiais.

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... letargia, os órgãos ficam rígidos, o rosto lívido, como nos mortos. Mas logo que paramos a respiração ao lado do corpo a encerramos o exercício, notaremos que o corpo astral é puxado pelo corpo material como se este fosse um imã, e o processo da respiração recomeça normalmente no corpo físico. Só depois que nos transpomos espiritualmente de volta ao corpo físico, com o corpo mental, portanto com a consciência, isto é, quando os corpos mental a astral assumem a for ma física, é que voltaremos gradualmente a nós mesmos encerrando o primeiro exercício. Aquilo que normalmente é definido como morte segue o mesmo processo, só com a diferença de que no caso da morte a matriz entre os corpos material a astral é totalmente destruída. Na morte normal, em que a matriz astral entre os corpos material a astral se rompe por causa de uma doença ou outro motivo qualquer, o corpo astral em conjunto com o mental não têm mais suporte no corpo físico a automaticamente saem dele, voluntariamente ou não. Esse processo transfere a respiração ao corpo astral, sem que se tenha consciência disso. Assim se explica por que no início os mortos não sentem a diferença entre os corpos material-denso a astral. Só gradualmente eles vão tomando consciência disso, quando percebem que o corpo material-denso tomou-se inútil para eles a que o astral está submetido a leis diferentes (as do princípio do Akasha). Já escrevi sobre isso em detalhes nos capítulos anteriores, sobre o plano astral. O exercício do envio consciente do corpo astral é portanto uma imitação do processo de morte. Com isso podemos ver como es ...

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GRAU X

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Caso não possua essa imagem, deverá observá-la através: da clarividência; do estado de transe; do espelho mágico.

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... e oferecer isso a ele. Não seria possível para mim aqui descrever em detalhes como isso pode ocorrer, mas qualquer mago terá uma intuição tão boa que poderá descobri-lo por si mesmo. Através de suas próprias experiências o mago perceberá o quanto ele poderá aprender dos seres dos elementos. É lógico que essas experiências então se transferirão à memória, portanto ao corpo material, e o mago poderá aproveitar essas experiências transferidas à prática, também no plano material. Aos olhos de um não-iniciado as coisas que o mago consegue realizar com a magia natural parecerão verdadeiros milagres. Depois de mais esse Progresso do mago, i . e., conhecer os quatro reinos dos elementos, dominálos na prática a através deles passar por ricas experiências, ele poderá conectar tudo isso com o aprendizado consciente junto a um mestre espiritual, um guru, ou espírito protetor.

Como já mencionamos no item sobre o relacionamento passivo com o além, toda pessoa possui em seu caminho um espírito protetor que lhe foi destinado pela Providência Divina, a que estimula a supervisiona o desenvolvimento espiritual da pessoa. No relacionamento passivo o mago entrou em contato pela primeira vez com esse espírito protetor, a através de sua clarividência conseguiu vê-lo no espelho mágico ou em estado de transe, quando almejou muito esse contato. Mas agora ele já chegou ao ponto de conseguir entrar em contato visual com o espírito protetor no plano mental. Não é difícil realizar isso na prática, pressupondo-se que o espírito protetor já não se deixou reconhecer antes por aquele mago que já domina tota ...

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FORÇAS OCULTAS

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A relação com a clarividência Bardon conclui afirmando que a psicometria não constitui uma capacidade independente.

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... ras coisas sob esse aspecto, coisas que poderiam ser transmitidas pelo éter. Poderia sintonizar tranqüilamente o conhecimento mágico com o conhecimento técnico-físico a químico. Com base nas leis universais ele chegaria a fazer descobertas bem maiores, mas qualquer antecipação na evolução teria conseqüências sérias. A Exteriorização Ao longo deste curso o mago aprendeu a separar seu corpo mental a astral do material-denso, portanto isso não é mais novidade para ele. Nesse trabalho a novidade é que ele não precisará mais separar todo o seu corpo mental ou o astral, mas apenas exteriorizar ou destacar partes isoladas do corpo. Como os corpos mental a astral não estão ligados ao tempo nem ao espaço, então, ao separar as partes de seu corpo no Akasha, através da imaginação, o mago poderá transpô-las pelas maiores distâncias.

Assim, por exemplo, ele será capaz de transpor um ou os dois olhos a qualquer lugar a captar as impressões como se estivesse lá fisicamente, sem precisar gastar a energia de transpor-se com todo o seu corpo, mental ou astral. Ele conseguirá fazer isso também com a sua audição espiritual ou anímica a ouvir a distâncias infinitas. No início ele só conseguirá fazê-lo com o corpo espiritual, através da imaginação, a só mais tarde com os corpos astral a mental. Assim ele poderá ver a ouvir ao mesmo tempo com a sua audição a visão transpostos, sem entrar em transe ou no mundo das causas primordiais.

Depois de treinar bem os olhos a os ouvidos, ele poderá proceder da mesma forma com as mãos, ou eventualmente também com os pés. No começo ele fará isso só espiritual ...

Giuliano Kremmeerz1 trecho

Introdução à Ciência Hermética

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

FUNDAMENTOS

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A magia é a ciência suprema, a mais elevada razão do existente e do possível, a lei da sublime e oculta matemática de todo o Universo sensível, e o mago tem de combinar a pureza de um santo com toda a ciência e clarividência de um homem sensato.