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Ciências Ocultas / Iniciação

PLANO ASTRAL

Assunto reunido a partir de 6 trechos de livros cadastrados.

1livro6trechos1assunto principal5mencao no texto
Ciências OcultasIniciaçãoiniciacaopratica

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Franz Bardon6 trechos

Magia Prática: Caminho do Adepto

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

O PLANO ASTRAL

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É muitas vezes definido como a quarta dimensão; não foi criado a partir dos quatro elementos, mas é um grau de densidade do princípio de Akasha, portanto de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente e acontecerá no futuro, no mundo material, enfim, tudo o que contém sua origem, sua regulamentação e sua existência.

Como já referimos, em sua forma mais sutil o Akasha é o nosso velho conhecido éter, no qual, entre outras coisas, propagam-se as ondas elétricas e magnéticas. Ele é também a esfera das vibrações, de onde se originam a luz, o som, a cor, o ritmo, e com estes toda a vida que existe.

Como o Akasha é a origem de todo ser, naturalmente nele há o reflexo de tudo, isto é, de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente e acontecerá no futuro.

É por isso que consideramos o plano astral como a emanação do eterno, sem começo nem fim, e que portanto é isento de espaço e de tempo.

O iniciado que consegue alcançar esse plano encontra tudo nele, mesmo quando se tratam de fatos ocorridos no passado, que ocorrem no presente ou ocorrerão no futuro. A amplitude do alcance da sua percepção depende do seu grau de aperfeiçoamento.

O Plano Astral e a Morte

O plano astral é definido pela maioria das religiões, pelos ocultistas e espiritualistas como o "além".

Mas para o iniciado torna-se claro que não existe um aquém ou um além, e é por isso que ele não teme a morte, cujo conceito lhe é estranho.

Se porventura, através do trabalho de decomposição dos elementos ou de uma súbita ruptura, dissolver-se a matriz astral, que é a matéria aglutinante entre o corpo material denso e o corpo astral, instala-se aquilo que chamamos geralmente de morte, mas que na realidade é só uma passagem do mundo terreno ao mundo astral.

Baseado nessa lei, o iniciado não conhece o medo da morte, pois ele sabe que não irá para o desconhecido.

Viagem Astral

Através do controle dos elementos ele também pode, além de muitas outras coisas, tentar soltar sua matriz astral e produzir a separação espontânea do corpo astral de seu invólucro terreno.

Desse modo ele consegue visitar, com seu corpo astral, as regiões mais distantes, viajar aos mais diferentes planos, e muito mais.

Quanto a isso existem lendas sobre santos que foram vistos em vários lugares ao mesmo tempo, onde até exerciam suas atividades.

Os Habitantes do Plano Astral

O plano astral possui diversos tipos de habitantes.

São sobretudo as pessoas que já deixaram o mundo terreno e que habitam o grau de densidade correspondente ao seu grau de amadurecimento espiritual, o que de acordo com as religiões é chamado de céu ou inferno, mas que os iniciados interpretam só simbolicamente.

Quanto mais perfeito, nobre e puro o ser, tanto mais puro e sutil o grau de densidade do plano astral em que ele ficará.

O seu corpo astral vai se dissolvendo aos poucos, adaptando-se ao grau de vibração do respectivo patamar do plano astral, até tornar-se idêntico a ele.

Essa identificação depende portanto do amadurecimento e da perfeição espirituais alcançados no mundo terreno pelo ser em questão.

Os Seres Elementais

Além das almas desencarnadas, o plano astral é habitado por muitos outros seres.

Temos, por exemplo, os seres elementais, que têm só uma ou algumas poucas características, de acordo com as oscilações predominantes dos elementos.

Eles se mantêm pelo mesmo tipo de oscilação do homem, que ele envia ao plano astral.

Dentre esses seres há inclusive alguns que alcançaram um certo grau de inteligência.

Alguns magos utilizam-se dessas forças inferiores para seus objetivos egoístas.

As Larvas Astrais

Outro tipo de ser são as chamadas larvas, atraídas à vida consciente ou inconscientemente pelo pensamento através da matriz astral.

Na verdade elas não são seres concretos, mas somente formas que se mantêm vivas pelas paixões do mundo animal, no patamar mais baixo do mundo astral.

Seu impulso de auto-preservação pode trazê-las à esfera daquelas pessoas cujas paixões têm o poder de atraí-las.

Elas querem despertar, direta ou indiretamente, as paixões adormecidas no homem e atiçá-las.

Caso essas formas consigam induzir uma pessoa a essas paixões, então elas se nutrem, mantêm e fortalecem-se com a irradiação provocada pela paixão no homem.

Uma pessoa muito carregada por essas paixões traz consigo, na esfera mais baixa de seu plano astral, todo um exército dessas larvas.

A luta contra elas é acirrada, e no campo da magia e do domínio dos elementos, esse é um componente importante.

Além disso, ainda existem elementais e larvas que podem ser criados por meios mágico-artificiais.

Os Seres dos Quatro Elementos

Mais um tipo de ser com o qual muitas vezes o iniciado poderá se deparar no plano astral são os seres dos quatro elementos puros.

Elemento

Ser Elemental

Características Simbólicas

Fogo

Salamandras

Energia, vontade, transformação, impulso, coragem, atividade

Ar

Silfos

Intelecto, pensamento, comunicação, movimento, inspiração

Água

Ninfas ou Ondinas

Emoções, sensibilidade, intuição, receptividade, imaginação

Terra

Gnomos

Estabilidade, concretização, perseverança, fertilidade, estrutura

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Esses seres estabelecem, por assim dizer, a ligação entre o plano astral e os elementos terrenos.


Outros Seres Astrais

Existem ainda vários outros seres, como:

  • Sátiros

  • Fadas

  • Anõezinhos aguadeiros

Por mais que isso tudo possa se parecer aos contos de fadas, existem, no plano astral, exatamente as mesmas realidades que no plano terreno.

Fonte original colada
1O Plano Astral

É muitas vezes definido como a quarta dimensão; não foi criado a partir dos quatro elementos, mas é um grau de densidade do princípio de Akasha, portanto de que tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro, no mundo material, enfim, tudo o que contém sua origem, sua regulamentação e sua existência.

Como já referimos, em sua forma mais sutil o Akasha é o nosso velho conhecido éter, no qual, entre outras coisas, propagam-se as ondas elétricas a magnéticas. Ele é também a esfera das vibrações, de onde se originam a luz, o som, a cor, o ritmo, e com estes toda a vida que existe. Como o Akasha é a origem de todo ser, naturalmente nele há o reflexo de tudo, Le., de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro. É por isso que consideramos o plano astral como a emanação do eterno, sem começo nem fim, a que portanto é isento de espaço a de tempo. O iniciado que consegue alcançar esse plano encontra tudo nele, mesmo quando se tratam de fatos ocorridos no passado, que ocorrem no presente ou ocorrerão no futuro. A amplitude do alcance da sua percepção depende do seu grau de aperfeiçoamento.

1.1A Morte como Passagem

O plano astral é definido pela maioria das religiões, pelos ocultistas a espiritualistas como o "além". Mas para o iniciado torna-se claro que não existe um aquém ou um além, e é por isso que ele não teme a morte, cujo conceito lhe é estranho. Se porventura, através do trabalho de decomposição dos elementos ou de uma súbita ruptura dissolver-se a matriz astral, que é a matéria aglutinante entre o corpo material denso e o corpo astral, instala-se aquilo que chamamos geralmente de morte, mas que na realidade é só uma passagem do mundo terreno ao mundo astral. Baseado nessa lei, o iniciado não conhece o medo da morte, pois ele sabe que não irá para o desconhecido.

1.2A Projeção do Corpo Astral

Através do controle dos elementos ele também pode, além de muitas outras coisas, tentar soltar sua matriz astral a produzir a separação espontânea do corpo astral de seu invólucro terreno. Desse modo ele consegue visitar, com seu corpo astral, as regiões mais distantes, viajar aos mais diferentes planos, a muito mais. Quanto a isso existem lendas sobre santos que foram vistos em vários lugares ao mesmo tempo, onde até exerciam suas atividades.

1.3Os Habitantes do Plano Astral: As Almas dos Mortos

O plano astral possui diversos tipos de habitantes. São sobretudo as pessoas que já deixaram o mundo terreno a que habitam o grau de densidade correspondente ao seu grau de amadurecimento espiritual, o que de acordo com as religiões é chamado de céu ou inferno, mas que os iniciados interpretam só simbolicamente. Quanto mais perfeito, nobre a puro o ser, tanto mais puro a sutil o grau de densidade do plano astral em que ele ficará.

O seu corpo astral vai se dissolvendo aos poucos, adaptando-se ao grau de vibração do respectivo patamar do plano astral, até tornar-se idêntico a ele. Essa identificação depende portanto do amadurecimento a da perfeição espirituais alcançados no mundo terreno pelo ser em questão.

1.4Os Seres Elementais e as Larvas

Além disso o plano astral é habitado por muitos outros seres, dos quais cito apenas alguns. Assim temos, por exemplo, os seres elementais, que têm só uma ou algumas poucas características, de acordo com as oscilações predominantes dos elementos. Eles se mantêm pelo mesmo tipo de oscilação do homem, que ele envia ao plano astral; dentre esses seres há inclusive alguns que alcançaram um certo grau de inteligência. Alguns magos utilizam-se dessas forças inferiores para seus objetivos egoístas. Outro tipo de ser são as chamadas larvas, atraídas à vida consciente ou inconscientemente pelo pensamento através da matriz astral.

Na verdade elas não são seres concretos, mas somente formas que se mantêm vivas pelas paixões do mundo animal, no patamar mais baixo do mundo astral. Seu impulso de auto-preservação pode trazê-las à esfera daquelas pessoas cujas paixões têm o poder de atraí-las. Elas querem despertar, direta ou indiretamente, as paixões adormecidas no homem e atiçá-las. Caso essas formas consigam induzir uma pessoa a essas paixões, então elas se nutrem, mantêm a fortalecem com a irradiação provocada pela paixão no homem.

Uma pessoa muito carregada por essas paixões traz consigo, na esfera mais baixa de seu plano astral, todo um exército dessas larvas. A luta contra elas é acirrada, e no campo da magia a do domínio dos elementos, esse é um componente importante. Sobre isso entrarei em detalhes no capítulo que trata da introspecção. Além disso, ainda existem elementais a larvas que podem ser criados por meios mágico-artificiais. Entrarei em detalhes sobre esse assunto na parte prática do livro.

1.5Os Seres dos Quatro Elementos Puros

Mais um tipo de ser com o qual muitas vezes o iniciado poderá se deparar no plano astral, são os seres dos quatro elementos puros. No elemento fogo eles se chamam salamandras, no elemento ar, silfos, no elemento água, ninfas ou ondinas, a no elemento terra, gnomos. Esses seres estabelecem, por assim dizer, a ligação entre o plano astral a os elementos terrenos. Como se faz a ligação com esses seres, como se pode dominá-los, o que se pode conseguir através deles, são assuntos que deixaremos para serem tratados na parte prática desta obra, a aos quais dedicarei um capítulo especial chamado "A Magia dos Elementos".

1.6Outros Seres do Plano Astral

Existem ainda vários outros seres, como sátiros, fadas, anõezinhos aguadeiros, etc., que poderiam ser aqui citados. Por mais que isso tudo possa se parecer aos contos de fadas, existem, no plano astral, exatamente as mesmas realidades que no plano terreno.

Ao estabelecer a ligação com esses seres, o iniciado, através da sua vidência, consegue vê-los a qualquer momento que desejar, eliminando assim qualquer dúvida sobre a sua existência. É por isso que o iniciado deve primeiro amadurecer a aprender a provar as coisas para depois poder julgar por si mesmo.

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

PLANO MENTAL

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O Plano Mental O plano mental é a esfera própria do espírito, assim como o plano material pertence ao corpo e o plano astral à alma.

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1O Plano Mental

Assim como o corpo possui o seu plano terreno e o corpo astral ou alma o seu plano astral, o espírito também possui o seu plano próprio, chamado de esfera mental ou plano mental. É a esfera do espírito, com todas as suas propriedades.

Ambas as esferas, tanto a material densa quanto a astral, surgiram através dos quatro elementos, do princípio do Akasha ou das Coisas Primordiais da esfera correspondente. A esfera mental também se formou dessa maneira, partindo do princípio akáshico do espírito.

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

ASCESE

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A morte física é apresentada apenas como uma passagem: Do plano material; Ao plano astral; E posteriormente ao plano espiritual.

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1.3Considerações Finais sobre os Fundamentos Teóricos

Antes de finalizar essa primeira parte, que mostrou todos os fundamentos teóricos da arte mágica, aconselho a todos a não se limitarem a sua simples leitura, mas a fazer de tudo o que foi descrito um patrimônio espiritual através da reflexão a da meditação intensivas.

O futuro mago conseguirá compreender que a ação dos elementos nos diversos níveis a esferas condiciona a vida. Podemos ver que as forças trabalham a atuam tanto no pequeno quanto no grande, portanto no micro a no macrocosmo, no passageiro a no eterno. Sob esse ponto de vista não existe morte, na verdadeira acepção da palavra, mas tudo continua a viver, a se transformar e a se completar de acordo com as leis primordiais. É por isso que o mago não teme a morte, pois a morte física é só uma passagem a uma esfera bem mais sutil, que é o plano astral, e de lá ao plano espiritual.

1.4O Mago e as Leis Morais

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU VII

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Quando corretamente produzidos, eles podem executar tarefas: no plano mental; no plano astral; no plano material denso.

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1.1Instrução Mágica do Espírito (VII) 1.1.1 Análise do Espírito em Relação à Prática No sexto grau o aluno aprendeu a tomar consciência do próprio espírito, tratá-lo no corpo como espírito a também a usar os sentidos conscientemente. Nesse grau passaremos a acompanhar e a utilizar conscientemente as qualidades do espírito ou do corpo mental. Além disso, como nos outros lugares, aqui também devemos levar em conta as analogias dos elementos. Como já dissemos, o elemento fogo pode ser transformado em luz a vice-versa, a luz no elemento fogo. Sem a luz não haveria a assimilação das cores pela visão, a sem a luz não poderíamos nem usar os nossos olhos. Por isso o sentido da visão é análogo ao fogo, a esse elemento fogo no espírito possui como característica específica a vontade. A característica do espírito correspondente ao ar é o intelecto, com todos os seus aspectos, e é atribuído à audição. O elemento água do espírito manifesta-se no tato ou na vida. Esses três elementos-princípios do espírito, portanto fogo, ar a água juntos, formam o princípio da terra, que se manifesta na característica específica da consciência. Em sua forma mais primitiva, o princípio do Akasha se manifesta na...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU IX

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Segundo Bardon, após essa passagem a consciência encontrará o plano astral.

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... ada etapa, pode se permitir uma paralisia ou um desligamento temporário de um dos princípios dos elementos, sem correr o risco de sofrer algum dano no corpo, na alma ou no espírito. O verdadeiro mago consegue restabelecer o equilíbrio dos elementos em seu corpo, sua alma a seu espírito através dos exercícios. O seu desempenho na prática da clarividência também será satisfatório, pois ele não faz experiências, ele trabalha conscientemente com as capacidades adquiridas, que são conseqüência do seu desenvolvimento espiritual a anímico.

1.1A Prática da Clarividência com Espelhos Mágicos

a) A visão através do tempo e do espaço Existem dois tipos de espelhos mágicos: − Os óticos, feitos de vidro plano ou côncavo, pintados de amálgama de prata ou verniz preto em uma das faces. No espelho côncavo a face pintada é a externa, portanto convexa, e a parte interna, côncava, é limpa a brilhante. Dos espelhos óticos fazem parte as bolas de cristal, espelhos planos ou ocos de metal cuja superfície foi pintada com um líquido colorido ou preto. Até mesmo a superfície de uma água parada pode servir de espelho ótico. − Aqueles preparados com condensadores fluídicos. Mas o mago precisa saber, sobretudo, que o espelho por si só não garante o sucesso da magia, mas deve ser conjugado às capacidades astrais a mentais desenvolvidas nos exercícios anteriores. O mago deverá encarar qualquer tipo de espelho mágico só como um meio auxiliar, isto é, uma ferramenta. Com isso não queremos dizer que o mago também não possa trabalhar sem os espelhos, mas ele sempre vai querer usá-los, pois as suas possibili ...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU X

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A conclusão da instrução da alma Bardon encerra afirmando que, ao atingir esse estágio, o mago conclui seu desenvolvimento mágico no plano astral.

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Instrução mágica do espírito (X) A Elevação do Espírito aos Planos mais Elevados Antes de começar a acompanhar a prática desse décimo grau, o último de nosso curso, o mago deverá olhar para trás a se certificar de que domina cem por cento tudo o que foi ensinado até agora. Se isso não ocorrer, então ele deverá empenhar-se em fazer uma revisão de tudo aquilo que não assimilou direito a esforçar-se em desenvolver adequadamente cada uma das capacidades. A press a e a precipitação no desenvolvimento são inúteis a revelam-se extremamente desvantajosas no trabalho posterior com a magia. Para evitar decepções o mago deverá usar o tempo que for necessário para trabalhar sistemática a conscienciosamente. Deve saber que esse último grau já representa o final de seu desenvolvimento mágico no que se refere à primeira carta do tarô a para a qual ele precisa estar preparado se quiser prosseguir com trabalhos mágicos mais elevados, descritos nas minhas duas obras subseqüentes ("Die Praxis der Magischen Evokation" = A Prática da Evocação Mágica; a "Der Schlüssel zur Wahren Quabbalah" = A Chave para a Verdadeira Cabala). Caso surjam lacunas em seu trabalho, o mago jamais conseguirá dominar as força...