Ciências Ocultas / Iniciação
SAG
Assunto reunido a partir de 2 trechos de livros cadastrados.
Comparacao bibliografica
2 registrosIntrodução à Ciência Hermética
Introdução à Ciência Hermética
CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O MUNDO INVISIVEL
Espíritos e Entidades
Pagina 74; Os antigos ensinavam que parra o conhecer, era necessário propicia-lo pela pratica da justiça e pela inocência de nossos hábitos; ele então nos ajudara com sua premonição das coisas que não sabemos, dará um conselho em nossos momentos de indecisão, vira em nosso auxilio quando estivermos em perigo e não nos privara de sua assistência na adversidade. Entrando as vezes em nossos sonhos, por meio de sinais visíveis, ou em outras oportunidades aparecendo diante de nós; é assim que nos ajudará a evitar os males. Vai derramar o bem sobre nós, vai nos levantar quando cairmos, nos sustentar quando estivermos em dúvida, clarear a escuridão de nossa pesquisa, conversar nossa boa sorte, afastando o azar.
Magia Prática: Caminho do Adepto
Magia Prática: Caminho do Adepto
INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO
GRAU V
Depois de dominar os exercícios anteriores, o aluno estará preparado para tentar estabelecer um contato consciente com o seu espírito protetor.; Segundo Bardon, todo ser humano recebe, desde o nascimento, um guia designado pela Providência Divina. Esse ser tem a missão de proteger, orientar, estimular e inspirar o seu protegido durante sua evolução.; Dependendo do karma e do grau evolutivo da pessoa, esse guia pode ser:; alguém que já viveu na Terra;; uma inteligência que nunca encarnou;; ou outro tipo de ser espiritual.; Bardon comenta que, normalmente, esse guia acompanha mais intensamente a pessoa até a puberdade. Depois disso, quanto mais madura ela se torna — principalmente se deixa completamente de lado qualquer interesse espiritual — menor tende a ser essa influência consciente.; O mago, porém, pode restabelecer esse contato deliberadamente.; Segundo o autor, sempre que existir um desejo sincero de aperfeiçoamento moral e de evolução espiritual, o espírito protetor será o primeiro a procurar estabelecer comunicação.; Para esse primeiro contato, Bardon recomenda o uso de um pêndulo sidérico.; Não é necessário adquirir um instrumento especial. Segundo ele, pode-se utilizar simplesmente:; um anel;; um pequeno peso;; ou até mesmo um prego preso a um fio de seda.; O fio deve ser enrolado diversas vezes no dedo indicador, deixando aproximadamente 20 a 25 centímetros livres para que o objeto possa oscilar.; Sente-se confortavelmente diante de uma mesa.; Apoie o cotovelo da mão que segura o pêndulo sobre a mesa, permitindo que ele fique suspenso aproximadamente 2 ou 3 centímetros acima da superfície.; Ao lado do pêndulo coloque um objeto capaz de produzir um pequeno som quando tocado, como por exemplo:; um copo com água;; um vaso;; ou qualquer objeto semelhante.; Depois disso, exteriorize a mão mental conforme aprendido anteriormente, deixando-a ao lado da mão física.; Em seguida entre no estado de transe descrito nos exercícios anteriores, transpondo sua consciência para o centro do umbigo.; Segundo Bardon, essa transposição corresponde ao acesso consciente à quarta dimensão.; Quando sentir que atingiu esse estado, chame mentalmente seu espírito protetor e peça que ele utilize sua mão preparada magicamente para responder às perguntas.; Antes de iniciar, estabeleça um código simples:; Movimento; Significado; 1 toque; Não; 2 toques; Talvez; 3 toques; Sim; Permaneça tranquilo e apenas observe.; Segundo Bardon, depois de algumas tentativas o pêndulo começa a mover-se sozinho, produzindo as respostas combinadas.; Algumas pessoas ainda percebem uma sensação curiosa durante o exercício.; Pode surgir a impressão de que existe outra mão movimentando a sua mão física, como se esta fosse apenas uma luva utilizada por outra inteligência.; Outros praticantes, porém, podem sentir apenas pequenos impulsos musculares quase imperceptíveis. Bardon observa que essa percepção varia de pessoa para pessoa.; Caso o contato não aconteça nas primeiras tentativas, ele recomenda simplesmente continuar praticando.; "A perseverança sempre leva ao sucesso."; Quando o contato estiver estabelecido, o estudante poderá fazer perguntas simples, inicialmente limitadas a respostas de sim, não ou talvez.; Bardon recomenda começar por questões relacionadas ao próprio guia, como por exemplo:; se ele realmente está presente;; se deseja comunicar-se;; se já esteve encarnado na Terra.; Depois que o pêndulo responder com segurança, Bardon sugere substituir o sistema de toques por um tabuleiro com letras.; Nesse tabuleiro, o alfabeto é distribuído em torno de um círculo.; O pêndulo passa então a indicar cada letra, permitindo formar palavras completas por soletração.; Mais tarde, esse tabuleiro pode ser ampliado, incluindo:; todas as letras;; números;; as palavras SIM, NÃO e TALVEZ;; dias da semana;; horários.; Nesse estágio, o pêndulo pode até ser substituído por um pequeno copo de licor.; Bardon recomenda desenhar uma pequena seta em sua base para servir como indicador enquanto o copo desliza sobre o tabuleiro.; Segundo ele, trata-se apenas de um recurso inicial que poderá ser abandonado posteriormente.; Outra possibilidade consiste em utilizar diretamente a mão preparada magicamente.; Em vez do pêndulo, o estudante pede ao guia que movimente um dos dedos.; O código permanece semelhante:; Movimento do dedo; 1 movimento; 2 movimentos; 3 movimentos; Com a prática, cada pessoa perceberá que existe um dedo que responde com maior facilidade.; Para alguns será o indicador.; Para outros, o dedo médio ou o anular.; Segundo Bardon, deve-se utilizar naturalmente aquele que apresentar melhor resposta.; Esse método possui uma vantagem prática importante: permite realizar perguntas discretamente, sem necessidade de utilizar qualquer instrumento.; O próprio autor comenta que o praticante pode obter respostas até mesmo em locais públicos, mantendo simplesmente a mão dentro do bolso.; Depois de dominar os exercícios anteriores, Bardon apresenta a escrita mediúnica.; O procedimento é simples.; Coloque uma folha em branco sobre a mesa e segure um lápis como faria normalmente.; Para evitar tensão excessiva nos dedos, Bardon recomenda colocar um pequeno anel de borracha envolvendo o polegar, o indicador e o dedo médio. Esse anel pode ser confeccionado com um pedaço de câmara de ar de bicicleta ou outro material flexível.; Sua função é apenas impedir que o estudante precise manter atenção constante sobre o lápis.; Depois disso:; entre novamente no estado de transe;; evoque o espírito protetor;; prepare magicamente a mão direita;; peça que ele escreva através dela.; Segundo Bardon, no início surgirão apenas traços desordenados e palavras ilegíveis.; Com a repetição do exercício, porém, começam a aparecer palavras completas e, posteriormente, frases inteiras.; Sempre que a folha estiver cheia, basta substituí-la por outra para dar continuidade às comunicações.
Fonte original colada
- GRAU V O sábio Arquimedes disse uma vez: "Mostre-me um ponto no Universo a eu tirarei a Terra de seus eixos". Só muito poucos sabem que essa frase contém um grande mistério oculto, que é justamente aquele da quarta dimensão. Na escola nós aprendemos que tudo possui uma forma; a pedra, a planta, o animal, o homem, enfim, todos os corpos têm um comprimento, uma largura a uma altura conhecidos. Se imaginarmos um cruzamento duplo no meio de uma forma, como por exemplo uma esfera, então se produzirá um ponto no local da intersecção, o assim chamado ponto de profundidade. Foi nesse ponto que Arquimedes pensou ao formular a frase, pois trata-se tanto de um ponto de partida quanto de chegada. Ele é o núcleo de todas as formas. Do ponto de vista desse ponto, todas as formas são regularmente objetivas, por exemplo, encontram-se em seu verdadeiro equilíbrio. É nisso que reside o segredo da quarta dimensão, portanto do conceito de tempo a de espaço, ou da ausência deles, a com isso também do mistério da magia em ambientes. Recomenda-se ao aluno que medite sobre isso, assim ele poderá alcançar profundidades insuspeitadas a adquirir uma grande intuição como recompensa. 1.1 Instrução Mágica do...

