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Desenvolvimento Pessoal / Estoicismo

Cosmos

Assunto reunido a partir de 45 trechos de livros cadastrados.

6livros45trechos1assunto principal44mencao no texto
Desenvolvimento PessoalEstoicismoestoicismopratica

Comparacao bibliografica

45 registros
Franz Bardon21 trechos

Magia Prática: Caminho do Adepto

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

SOBRE OS ELEMENTOS

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No Universo não existem coisas boas ou más, pois tudo foi criado segundo leis imutáveis.

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Como tivemos oportunidade de mencionar, o Akasha, ou Princípio Etérico, é a origem da criação dos elementos. O primeiro elemento que de acordo com os escritos orientais nasceu do Akasha, é Tejas, o princípio do fogo. Esse elemento, como todos os outros, não age só em nosso plano denso, material, mas em tudo o que foi criado. As características básicas do princípio do fogo são o calor e a expansão; é por isso que no começo da criação tudo era fogo a luz. A bíblia também diz: "Fiat lux - que se faça a luz". Naturalmente a base da luz é o fogo. Cada elemento, inclusive o fogo, possui duas polaridades, a ativa e a passiva, Le., Plus a Minus (mais a menos). A Plus é a construtiva, criadora, geradora, enquanto que a Minus é a desagregadora, exterminadora.

Sempre se deve considerar essas duas características básicas de cada elemento. As religiões atribuem o bem ao lado ativo e o mal ao lado passivo; mas em princípio o bem e o mal não existem, eles são apenas conceitos da condição humana. No Universo não existem coisas boas ou más, pois tudo foi criado segundo leis imutáveis. É justamente nessas leis que se reflete o princípio divino, a só na. posse do conhecimento dessas leis é que podemos nos aproximar do divino.

A explosão é inerente ao princípio do fogo, a será definida como fluido elétrico para fins de formação de uma imagem. Sob esse conceito nominal compreende-se não só a eletricidade material, densa, apesar de ter com esta uma condição análoga, como veremos a seguir. Naturalmente torna-se claro para qualquer pessoa que a característica da expansão é idêntica à da extensão. Esse princípio do elemento fogo é ativo a latente em tudo o que foi criado, portanto em todo o Universo, desde o menor grão de areia até as coisas visíveis a invisíveis mais elevadas.

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

O Corpo Humano

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O homem é a imagem verdadeira de Deus, portanto ele foi criado segundo o retrato do Universo.

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O Corpo Humano O homem é a imagem verdadeira de Deus, portanto ele foi criado segundo o retrato do Universo. Tudo o que se encontra no Universo numa escala maior, reflete-se no homem numa escala menor É por isso que o homem é definido como um microcosmo, em contraposição ao Universo como macrocosmo. Ao pé da letra, podemos dizer que no homem está refletida toda a natureza, e o objetivo desse capítulo é ensinar a observar, conhecer a dominar essa verdade. Não pretendo aqui descrever os processos físicos do corpo, pois essa descrição pode ser encontrada em qualquer obra especializada; o que eu quero é ensinar aos leitores como observar o homem do ponto de vista hermético a como utilizar nele a chave básica, i.e. os efeitos dos elementos. Há um famoso ditado que diz: "Num corpo sadio, uma mente sadia". No estudo do homem veremos como é profunda a verdadeira a afirmação dessa pequena frase. ...

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O Plano Material Denso ou o Mundo Material Denso

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Atração, Peso e Magnetismo Terrestre Através da característica específica de sua substância e condicionado pela composição dos seus elementos, cada objeto possui, relativamente ao fluido elétrico, determinadas irradiações, as assim chamadas oscilações de elétrons, que sofrem a atração provocada pelo fluido magnético geral de todo o mundo material.

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  1. O Plano Material Denso ou o Mundo Material Denso Nesse capítulo não pretendo descrever o mundo material denso, os reinos mineral, vegetal a animal, a nem ocupar-me dos processos físicos da natureza, pois com certeza todos já ouviram falar desses assuntos na escola, como p.e. da existência de um pólo sul a de um pólo norte, da formação da chuva, das tempestades, etc. Para os futuros iniciados esses processos têm pouco interesse; na verdade é bem mais útil para eles conhecer o mundo material por meio dos elementos a de sua polaridade. Não preciso mencionar que em nosso planeta existem fogo, água, ar a terra, o que é evidente para todas as pessoas que raciocinam logicamente. Mesmo assim seria bom se o futuro iniciado conhecesse a origem e o efeito de cada um dos quatro elementos a aprendesse a usá-los corretamente de acordo com as analogias correspondentes a outros planos. Como podemos entrar em contacto simultaneamente com os planos mais elevados através do conhecimento dos elementos materiais densos, é algo que será explicado em um outro capítulo sobre a aplicação prática da magia. No momento é importante saber que na nossa Terra o trabalho dos elementos, na sua forma mais sutil,...

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O PLANO ASTRAL

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É muitas vezes definido como a quarta dimensão; não foi criado a partir dos quatro elementos, mas é um grau de densidade do princípio de Akasha, portanto de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente e acontecerá no futuro, no mundo material, enfim, tudo o que contém sua origem, sua regulamentação e sua existência.

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  1. O Plano Astral É muitas vezes definido como a quarta dimensão; não foi criado a partir dos quatro elementos, mas é um grau de densidade do princípio de Akasha, portanto de que tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro, no mundo material, enfim, tudo o que contém sua origem, sua regulamentação e sua existência. Como já referimos, em sua forma mais sutil o Akasha é o nosso velho conhecido éter, no qual, entre outras coisas, propagam-se as ondas elétricas a magnéticas. Ele é também a esfera das vibrações, de onde se originam a luz, o som, a cor, o ritmo, e com estes toda a vida que existe. Como o Akasha é a origem de todo ser, naturalmente nele há o reflexo de tudo, Le., de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro. É por isso que consideramos o plano astral como a emanação do eterno, sem começo nem fim, a que portanto é isento de espaço a de tempo. O iniciado que consegue alcançar esse plano encontra tudo nele, mesmo quando se tratam de fatos ocorridos no passado, que ocorrem no presente ou ocorrerão no futuro. A amplitude do alcance da sua percepção depende do seu grau de aperfeiçoamento. 1.1 A Morte como...

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O ESPIRITO

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O Espírito O espírito é a parte imortal do homem. Corpo e alma são apenas veículos temporários através dos quais ele se manifesta. Segundo o texto, o espírito surge do princípio primordial do Akasha, a fonte original de toda a existência, e possui em si as quatro qualidades fundamentais dos elementos. Os Elementos no Espírito Elemento Aspectos Espirituais Associados Fogo Vontade, Força, Poder, Paixão Ar Intelecto,...

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  1. O Espírito Como já dissemos antes, o homem foi criado à semelhança de Deus e é constituído de corpo, alma a espírito. Nos capítulos anteriores ficamos sabendo que o corpo e a alma servem somente como um invólucro ou uma vestimenta para o espírito, a são portanto passageiros. É por isso que só o espírito é a parte imortal do homem e a sua imagem semelhante a Deus. Não é fácil analisar e colocar em palavras exatas algo divino, imortal a eterno. Mas como em qualquer outro problema podemos, nesse caso, nos valer da ajuda da chave do magneto quadripolar. 1.1 A Origem do Espírito e os Quatro Princípios Do princípio primordial mais elevado (o Akasha), da fonte primordial de toda a existência, da matéria espiritual primordial, surgiu o espírito, o "eu" espiritual com as quatro características específicas dos elementos, próprias do espírito imortal criado à semelhança de Deus. O princípio do fogo, a parte impulsiva, é a vontade. O princípio aéreo revela-se no intelecto (razão), o princípio aquoso na vida ou no sentimento, e o princípio da terra na comunhão de todos os outros três elementos na consciência do "eu". Todas as outras características do espírito possuem esses quatro princípios...

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PLANO MENTAL

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Todas as coisas criadas no mundo material possuem antes sua origem no mundo das ideias.

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  1. O Plano Mental Assim como o corpo possui o seu plano terreno e o corpo astral ou alma o seu plano astral, o espírito também possui o seu plano próprio, chamado de esfera mental ou plano mental. É a esfera do espírito, com todas as suas propriedades. Ambas as esferas, tanto a material densa quanto a astral, surgiram através dos quatro elementos, do princípio do Akasha ou das Coisas Primordiais da esfera correspondente. A esfera mental também se formou dessa maneira, partindo do princípio akáshico do espírito. 1.1 O Corpo Mental e a Matriz Mental O que ocorre com o corpo mental na esfera mental ou espiritual é análogo ao que ocorre com o corpo astral, isto é, através do trabalho correspondente o espírito forma um magneto quadripolar dentro de si, a exterioriza o fluido eletromagnético em sua polaridade, como um fenômeno produzido pelo efeito dos elementos. Assim como o corpo astral forma uma matriz astral (o assim chamado "astralod") através do fluido eletromagnético do mundo astral, o fluido eletromagnético do mundo mental também forma uma matriz mental, que liga o corpo mental ao corpo astral. Essa matriz mental, ou "mentalod", a assim chamada matéria mental, é a forma mais suti...

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

A VERDADE

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A fonte da sabedoria está em Deus, portanto no princípio das coisas primordiais (Akasha), em todos os planos do mundo material denso, do astral e do mental.

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  1. Verdade Abandonaremos agora o microcosmo, portanto o homem com seus corpos terreno, astral a mental, a passaremos a tratar de outras questões, cuja solução também preocupa o futuro iniciado. Um desses problemas é sobretudo o problema da, verdade. Inúmeros filósofos já se ocuparam a ainda se ocupam, e a nós também cabe essa tarefa. Consideraremos aqui só aquelas verdades cujo conhecimento exato somos obrigados a dominar. A verdade depende do reconhecimento de cada um, a como não temos todos a mesma concepção das coisas, também não podemos generalizar essa questão. É por isso que cada um de nós, se for sincero, possui a sua própria verdade de acordo com o seu grau de maturidade e a sua concepção das coisas. Só aquele que domina a conhece as leis absolutas do macro a do microcosmo pode falar de uma verdade absoluta. Certos aspectos da verdade absoluta com certeza serão reconhecidos por todos. 1.1 A Verdade e o Não-Iniciado Ninguém duvidará da existência de uma vida, uma vontade, uma memória a uma razão; ninguém contestará tais coisas tão evidentes. Nenhum verdadeiro iniciado forçará alguém que não está suficientemente maduro a aceitar a sua verdade, pois a pessoa em questão só pass...

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

DEUS

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Deus Desde os tempos primordiais o homem acreditou em algo superior, transcendental, algo que ele pudesse divinizar, não importando que fosse uma ideia personificada ou não de Deus. Aquilo que o homem não conseguia assimilar ou compreender ele atribuía a um poder superior, conforme a sua concepção. Desse modo surgiram as divindades dos povos, tanto as boas quanto as más (demônios). Ao longo do tempo foram adorados...

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  1. Deus Desde os tempos primordiais o homem acreditou em algo superior, transcendental, algo que ele pudesse divinizar, não importando que fosse uma idéia personificada ou não de Deus. Aquilo que o homem não conseguia assimilar ou compreender ele atribuía a um poder superior, conforme a sua concepção. Desse modo é que surgiram as divindades dos povos, tanto as boas quanto as más (demônios). Assim, ao longo do tempo, foram adorados deuses, anjos, demiurgos, demônios a espíritos, correspondentes às mentalidades dos povos em questão, sem que fosse levado em conta o fato de terem vivido efetivamente ou só na imaginação das pessoas. Quanto mais se desenvolvia. intelectualmente a humanidade, tanto menos as pessoas procuravam imagens divinas, principalmente quando, com ajuda da ciência, foram sendo explicados muitos fenômenos antigamente atribuídos aos deuses. Precisaríamos escrever muitas obras se quiséssemos entrar nos detalhes das diversas idéias de Deus na história dos povos. 1.1 A Idéia de Deus do Ponto de Vista do Mago Aqui porém estudaremos a idéia de Deus do ponto de vista do mago. Para o homem comum a idéia de Deus serve como um ponto de apoio ou um suporte para o seu espírito, p...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU I

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INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPIRITO (I) Controle do Pensamento, Disciplina do Pensamento, Domínio do Pensamento 1. Observação do Curso dos Pensamentos Sente-se confortavelmente numa cadeira ou deite-se num divã. Relaxe todo o corpo, feche os olhos durante cinco minutos e observe o curso dos pensamentos que você tenta fixar. No início irá perceber que uma grande quantidade desses pensamentos precipitar-se-ão em sua mente,...

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  1. Instrução Mágica do Espírito (I) Controle do Pensamento, Disciplina do Pensamento, Domínio do Pensamento 1.1 Observação do Curso dos Pensamentos Sente-se confortavelmente numa cadeira ou deite-se num divã. Relaxe todo o corpo, feche os olhos durante cinco minutos e observe o curso dos pensamentos que você tenta fixar. No início irá perceber que uma grande quantidade desses pensamentos precipitar-seão em sua mente, na sua maioria pensamentos relativos a coisas a situações do dia-a-dia, às suas atividades profissionais, suas preocupações em geral. Imagine-se na posição de um observador silencioso, totalmente livre a independente. Conforme o estado de ânimo e a situação em que você se encontrar no momento, esse exercício será mais ou menos difícil de realizar. Não se trata de perder o curso do pensamento ou de esquecê-lo, mas de acompanhá-lo com atenção. Devemos sobretudo evitar pegar no sono durante o exercício. Ao nos sentirmos cansados, devemos interromper o exercício imediatamente a adiá-lo para uma outra ocasião, quando então assumiremos o compromisso de não nos deixarmos dominar pelo cansaço. Para não perder o seu tempo precioso, os indianos, por exemplo, borrifam ou esfregam...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU II

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AUTO-SUGESTÃO OU O MISTÉRIO DO SUBCONSCIENTE A Consciência e o Subconsciente Assim como a consciência normal possui sua morada na alma e age no corpo através do cérebro, o subconsciente também é uma característica da alma e encontra-se no cerebelo. Considerando sua utilização prática na magia, estudaremos principalmente a função psicológica do subconsciente. Segundo o autor: A consciência normal e o subconsciente...

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Entendido! Vou reiniciar a numeração a partir de 1 para este documento: 1. GRAU II 1.1 Auto-Sugestão ou o Mistério do Subconsciente Antes de passar à descrição de cada um dos exercícios do segundo grau, tentarei explicar o mistério do subconsciente a seu significado prático. Assim como a consciência normal, que possui sua morada na alma a age no corpo, ou melhor, na cabeça através do cérebro, o subconsciente também é uma característica da alma e encontra-se no cerebelo, isto é, na parte posterior da cabeça. Considerando a sua utilização prática na magia, estudaremos principalmente a função psicológica do cerebelo, portanto, do subconsciente. Em toda pessoa consciente de seus cinco sentidos a esfera da consciência normal está intacta, isto quer dizer que a pessoa está em condições de fazer use contínuo das funções de sua consciência normal. Como constatado pelas nossas pesquisas, não existe uma única força no Universo, assim como no homem, que não apresente o seu oposto. É por isso que podemos considerar a subconsciência como o oposto da consciência normal. Aquilo que na consciência normal entendemos como pensamento, sentimento, vontade, memória, razão, compreensão, reflete-se no no...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU III

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Imagine que a sua perna, como se fosse um pulmão, inspira e expira a força vital do Universo, ao mesmo tempo da sua respiração pulmonar normal.

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  1. Instrução Mágica do Espírito (III) Concentração do pensamento em duas ou três idéias simultaneamente No segundo grau nós aprendemos a praticar a concentração dos sentidos, isto é, a induzirmos a concentração de cada um de nossos sentidos. Nesse grau nós ampliaremos nossa capacidade de concentração, na medida em que nos fixaremos não só em um único sentido, mas em dois ou três simultaneamente. Eu gostaria de mostrar aqui alguns exemplos, através dos quais o próprio aprendiz poderá organizar o seu trabalho. Imagine plasticamente um relógio de parede com um pêndulo que vai a vem. A representação imaginária deve ser tão real a ponto de se achar que existe de fato um relógio na parede. Ao mesmo tempo experimente ouvir o seu tic-tac. Tente fixar essa dupla imaginação, da visão a da audição, durante cinco minutos. No início você só conseguirá fazê-lo durante alguns segundos, mas com a repetição constante você conseguirá fixá-las por mais tempo. A prática cria o mestre! Repita essa experiência com algum outro objeto semelhante, talvez um gongo, a além de tentar ouvir os seus golpes, tente também ver a pessoa que o está golpeando. Depois tente ver um regato a ouvir o murmúrio das águas....

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU IV

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Em vez de dissolver imediatamente o elemento de volta ao Universo, conduza-o mentalmente para a parte do corpo escolhida, comprimindo-o cada vez mais nesse local.

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  1. GRAU IV Antes de começar a descrever esses exercícios um pouco mais difíceis do Grau IV volto a enfatizar que o aluno não deve se precipitar em seu desenvolvimento. Ele deve gastar o tempo que for preciso para alcançar um sucesso absoluto em seu caminho mágico. Deve ter o domínio total de todos os exercícios das etapas anteriores, antes de passar aos subseqüentes. 1.1 Instrução Mágica do Espírito (IV) 1.1.1 Transposição da Consciência para o Exterior 1.1.1.1 a) em objetos Neste capítulo mostrarei a vocês como se transpõe a consciência para o exterior. Devemos aprender a transpor a nossa consciência para qualquer objeto, animal, a ser humano. Coloque algumas coisas à sua frente, daquelas que você usa todos os dias. Sentado na posição costumeira, fixe o pensamento num dos objetos por algum tempo, a registre com força em sua mente a sua cor, forma a tamanho. Então imagine-se transformado no objeto em questão. Você deverá, por assim dizer, sentir-se, perceber-se como o tal objeto, assimilando todas as suas características. Você deve sentir-se como se estivesse preso naquele local em que o objeto foi colocado, só podendo libertar-se através de uma intervenção externa. Pense também qu...

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GRAU V

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Bardon relaciona esse conceito ao pensamento de Arquimedes: "Mostre-me um ponto no Universo e eu tirarei a Terra de seus eixos." Segundo sua interpretação, Arquimedes referia-se justamente a esse ponto central, que simboliza o núcleo de todas as coisas.

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  1. GRAU V O sábio Arquimedes disse uma vez: "Mostre-me um ponto no Universo a eu tirarei a Terra de seus eixos". Só muito poucos sabem que essa frase contém um grande mistério oculto, que é justamente aquele da quarta dimensão. Na escola nós aprendemos que tudo possui uma forma; a pedra, a planta, o animal, o homem, enfim, todos os corpos têm um comprimento, uma largura a uma altura conhecidos. Se imaginarmos um cruzamento duplo no meio de uma forma, como por exemplo uma esfera, então se produzirá um ponto no local da intersecção, o assim chamado ponto de profundidade. Foi nesse ponto que Arquimedes pensou ao formular a frase, pois trata-se tanto de um ponto de partida quanto de chegada. Ele é o núcleo de todas as formas. Do ponto de vista desse ponto, todas as formas são regularmente objetivas, por exemplo, encontram-se em seu verdadeiro equilíbrio. É nisso que reside o segredo da quarta dimensão, portanto do conceito de tempo a de espaço, ou da ausência deles, a com isso também do mistério da magia em ambientes. Recomenda-se ao aluno que medite sobre isso, assim ele poderá alcançar profundidades insuspeitadas a adquirir uma grande intuição como recompensa. 1.1 Instrução Mágica do...

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GRAU VI

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O objetivo maior Bardon encerra esse trecho lembrando que o domínio dos elementos amplia significativamente a capacidade de atuação do mago tanto na esfera astral quanto no mundo material.

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Antes de descrever os exercícios do sexto grau, eu gostaria de enfatizar novamente que todos os exercícios até agora apresentados devem estar totalmente dominados para que o equilíbrio seja mantido, inclusive nas etapas mais avançadas do desenvolvimento. Seria totalmente sem sentido pular qualquer uma dessas etapas, ou excluir a negligenciar qualquer um dos exercícios. Surgiria uma lacuna evidente, a seria muito difícil para o aluno recuperar um ou outro exercício depois. Portanto, a conscienciosidade é uma précondição muito importante para o sucesso! Instrução Mágica do Espírito (VI ) Meditação Sobre o Próprio Espírito Nesse grau nós estudaremos a meditação sobre o espírito. Na parte teórica deste livro eu já descrevi em detalhes o que é a esfera mental e o corpo mental, portanto o espírito. A missão desse grau é efetuar um retrato do próprio espírito com suas funções, relativamente aos quatro elementos, além de diferenciar essas funções entre si, o que pode ser realizado através de uma meditação especial. As características do espírito relativas aos quatro elementos são as seguintes: a vontade, que está subordinada ao princípio do fogo; o intelecto, com todos os seus aspectos par...

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GRAU VII

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Bardon apresenta duas formas igualmente eficazes: deixar a luz fluir diretamente dos olhos para o mar universal de luz; fazê-la retornar ao corpo e, depois, dissolvê-la novamente na luminosidade do Universo.

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1.1Instrução Mágica do Espírito (VII) 1.1.1 Análise do Espírito em Relação à Prática No sexto grau o aluno aprendeu a tomar consciência do próprio espírito, tratá-lo no corpo como espírito a também a usar os sentidos conscientemente. Nesse grau passaremos a acompanhar e a utilizar conscientemente as qualidades do espírito ou do corpo mental. Além disso, como nos outros lugares, aqui também devemos levar em conta as analogias dos elementos. Como já dissemos, o elemento fogo pode ser transformado em luz a vice-versa, a luz no elemento fogo. Sem a luz não haveria a assimilação das cores pela visão, a sem a luz não poderíamos nem usar os nossos olhos. Por isso o sentido da visão é análogo ao fogo, a esse elemento fogo no espírito possui como característica específica a vontade. A característica do espírito correspondente ao ar é o intelecto, com todos os seus aspectos, e é atribuído à audição. O elemento água do espírito manifesta-se no tato ou na vida. Esses três elementos-princípios do espírito, portanto fogo, ar a água juntos, formam o princípio da terra, que se manifesta na característica específica da consciência. Em sua forma mais primitiva, o princípio do Akasha se manifesta na...

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GRAU VIII

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Segundo Bardon, esse conhecimento direto do Universo constitui a verdadeira finalidade da viagem mental.

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GRAU VIII I. INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO 1. Preparação para a Viagem Mental Nesse grau apresentarei um capítulo muito importante para a magia, a que será a viagem para fora do corpo, o que significa que o corpo mental a depois o astral se desligarão do corpo material denso. 1.1. Finalidade da Viagem Mental Todo mago que trabalha seriamente no campo da magia deve possuir essa habilidade, pois ela lhe possibilitará deixar o seu corpo físico a qualquer momento para alcançar os lugares mais longínquos, até países remotos da Terra, enfim, transportar-se a qualquer lugar que desejar. Essa façanha aparentemente tão complexa é muito fácil para um mago experiente. Assim como a pomba que deixa o pombal, o mago sai facilmente de seu corpo físico para se transportar no mesmo instante àquele lugar em que ele quer ver, ouvir a sentir tudo à sua volta. Essa capacidade não serve somente para a satisfação da sua curiosidade em saber o que se passa no local em questão, mas ela contribui também para o bem estar das outras pessoas. A matéria não é obstáculo para ele; para o seu espírito não existe tempo nem espaço, e se quiser, ele pode viajar ao redor do mundo num único instante. 1.2. Alcance da Via...

FRASES

FRASES

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COSMOS

Todos os elementos atuam em conjunto para explicar toda a vida criada.

O funcionamento e os efeitos dos princípios dos elementos abrangem todo o Universo.

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GRAU IX

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Essas energias podem ser: extraídas do próprio mago; extraídas diretamente do Universo, conforme a finalidade da operação.

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  1. Instrução Mágica do espírito (IX) No Grau VII, no capítulo sobre a instrução mágica da alma, tratei da questão da clarividência. Nesse grau pretendo examiná-la mais atentamente a em detalhes. As mais diversas indicações para o desenvolvimento desse tipo de habilidade até hoje publicadas não atingiram o objetivo proposto. Mesmo as pessoas medianamente dotadas só alcançaram um êxito parcial, pois geralmente, cedo ou tarde elas perdem essa capacidade. Muitas vezes essas pessoas ainda são vítimas de diversas doenças, como fraqueza visual, males do sistema nervoso, etc. A principal causa de uma doença não pode ser atribuída ao fato da clarividência alcançada ter sido conseqüência do desenvolvimento mental a astral, mas sim ter sido produzida à força, a portanto é unilateral a doentia. Uma prática de qualquer dessas indicações incompletas leva inevitavelmente a uma paralisia doentia a anti-natural de um elemento, provocando o aparecimento de uma hiper-sensibilidade de um dos órgãos dos sentidos. Não é improvável captarem-se impressões do mundo astral ou mental através da hiper-sensibilidade desses sentidos, mas todas essas percepções dependem da disposição espiritual da pessoa, da sua...

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GRAU X

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Sua atenção volta-se então para a exploração consciente das esferas superiores do Universo.

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Instrução mágica do espírito (X) A Elevação do Espírito aos Planos mais Elevados Antes de começar a acompanhar a prática desse décimo grau, o último de nosso curso, o mago deverá olhar para trás a se certificar de que domina cem por cento tudo o que foi ensinado até agora. Se isso não ocorrer, então ele deverá empenhar-se em fazer uma revisão de tudo aquilo que não assimilou direito a esforçar-se em desenvolver adequadamente cada uma das capacidades. A press a e a precipitação no desenvolvimento são inúteis a revelam-se extremamente desvantajosas no trabalho posterior com a magia. Para evitar decepções o mago deverá usar o tempo que for necessário para trabalhar sistemática a conscienciosamente. Deve saber que esse último grau já representa o final de seu desenvolvimento mágico no que se refere à primeira carta do tarô a para a qual ele precisa estar preparado se quiser prosseguir com trabalhos mágicos mais elevados, descritos nas minhas duas obras subseqüentes ("Die Praxis der Magischen Evokation" = A Prática da Evocação Mágica; a "Der Schlüssel zur Wahren Quabbalah" = A Chave para a Verdadeira Cabala). Caso surjam lacunas em seu trabalho, o mago jamais conseguirá dominar as força...

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FORÇAS OCULTAS

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1 SUGESTÃO Bardon inicia esta seção retomando um tema que já havia sido estudado anteriormente na obra: a sugestão. Nos primeiros graus, ela foi apresentada como um método de transformação do próprio subconsciente por meio da auto-sugestão. Agora, no Grau X, o autor amplia esse princípio e ensina sua aplicação sobre outras pessoas. Conceito-chaveSegundo Bardon, a sugestão consiste em introduzir deliberadamente uma...

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Sugestão No capítulo sobre o subconsciente esse tema já foi por mim abordado, ao descrever a auto-sugestão ou auto-influência. As mesmas regras valem também para a sugestão sobre outras pessoas. Um pré-requisito para isso é que a fórmula da sugestão seja mantida, ao pé da letra, na forma verbal presente a imperativa. Em função do seu desenvolvimento espiritual o mago poderá transpor a sugestão desejada ao subconsciente de qualquer pessoa que não possua maturidade suficiente, sugestão esta que não precisará necessariamente ser pronunciada em voz alta, mas poderá ser formulada em pensamento ou telepaticamente. Para um mago é bastante fácil transmitir sugestões mesmo a grandes distâncias. Isso pode ser feito de duas maneiras; uma delas é procurar, com o espírito, a pessoa em questão, para influenciá-la sugestivamente, de preferência enquanto ela estiver dormindo. A outra seria desligar, através do Akasha, a distância que o separa do sujeito a ser sugestionado. Nem preciso dizer que nas sugestões à distância o mago também poderá usar o espelho mágico. É óbvio que uma sugestão poderá ser dada de forma a surtir efeito só num futuro distante, Le., o momento exato para que a sugestão surta...

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO

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Na perspectiva apresentada pelo autor, a magia constitui um conhecimento destinado à compreensão das leis universais que unem o homem ao universo.

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Conclusão Como mencionei na introdução deste livro, esta obra de iniciação não é um meio para um fim; não se destina à obtenção de riqueza, poder, glória a fama, mas é um estudo sério sobre o homem, portanto sobre o microcosmo em relação ao macrocosmo, com as suas leis. Em conseqüência disso o leitor poderá formar uma perspectiva totalmente nova sobre a magia a nunca mais rebaixá-la à condição de feitiçaria e evocação do demônio. Naturalmente cada leitor avaliará esta obra de iniciação de um ponto de vista muito individual. Uma pessoa de visão totalmente materialista, que não acredita em nada a que não sabe nada sobre o mundo sobrenatural, mas só conhece o mundo material, definirá esta obra como simples utopia. Não é função deste livro despertar alguma crença nessa pessoa ou conquistá-la, mudando a sua opinião a convencendo-a a adotar outro ponto de vista. Este livro é dedicado principalmente àqueles leitores que procuram a mais pura verdade e o conhecimento mais elevado. Muitas vezes a pessoa é convencida ou até induzida a seguir alguma direção espiritual, a passa pela experiência de ver essas diversas tendências tomarem-se inimigas, por causa da inveja ou da prepotência. O verdad...

Giuliano Kremmeerz10 trechos

Introdução à Ciência Hermética

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / FUNDAMENTOS

DEUS E O ABSOLUTO

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DEUS COMO LEI O único conceito cientifico de Deus é este: a lei que governa a Universo no mais perfeito equilíbrio.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / FUNDAMENTOS

Leis Universais

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LEI DA CORRESPONDENCIA NO UNIVERSO Universo tem movimento, respiração, evolução, retorno: o mesmo acontece com o homem.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / FUNDAMENTOS

MACROCOSMO E MICROCOSMO

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A UNIDADE ORGÂNICA DO UNIVERSO A unidade orgânica do corpo sentirá o esforço e o efeito — e o mesmo se aplica a qualquer movimento ou sensação.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / ANTROPOLOGIA ESOTÉRICA

Estrutura do Homem

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Para a ciência dos magos, ele é o reflexo da vida do Universo, e, portanto, tripartido em sua formação: corpo, meio plástico ou corpo astral e alma.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / ANTROPOLOGIA ESOTÉRICA

SENSAÇÃO E OS SENTIDOS

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Cada sensação é uma ideia e cada ideia é uma sensação: a ideia de um ser é um ser, e o poder central de tudo que foi e que pode ser criado no Universo ou no homem é o ser, ao mesmo tempo criador e criação, isto é, criador e criado, árvore e fruto.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / ANTROPOLOGIA ESOTÉRICA

FORÇA E ENERGIA

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AS DOENÇAS O Esoterismo considera que todo o ser humano é único, como o Universo, e tenta explicar a causa da disfunção do organismo baseando seu exame não no fenômeno, mas na unidade psicofísica da pessoa que manifesta a enfermidade.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O MUNDO INVISIVEL

LUZ ASTRAL

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O campo astral, escuro, misterioso, que está dentro de nós mesmos, que está em todo ser humano, existe também na imensa síntese do Universo.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O DISCIPULO

FORMAÇÃO

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A conquista do estado de santidade para que, segundo a vontade criativa que reside nele sob a forma mais elevada, o princípio solar, que é em si a principal virtude de todos, se manifeste no mundo material.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

FUNDAMENTOS

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É uma palavra que abrange todos os atributos da onipotência divina, se por Deus entendemos a inteligência suprema que cria, regula e preserva o Universo.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

PREPARAÇÃO

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Nenhuma teoria vitalista jamais chegou perto da concepção da vitalidade sintética de um homem sendo conectada a um centro, um nódulo ou uma célula magnética que compõe o ser e que está em relação de reverberação e reabastecimento com um centro magnético terrestre que, por sua vez, está conectado ao centro magnético dos mundos planetários e estelares de todo o universo.

Hermes Trismegisto7 trechos

Corpus Hermeticum Graecum

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Ensaios do Autor

Hermética como conhecimento do Sentido da Vida

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O Corpus Hermeticum é uma disciplina de reflexões e especulações sobre Deus, o cosmo e o homem, que culmina na visão mística, ou seja, na deificação do ser humano.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Ensaios do Autor

A história da Formação do Corpus Hermeticum

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A alma segundo Mercúrio ‘’A alma retirando se do corpo se funde na alma do Universo, mas mantém determinada, para que preste conta(...) ao país das coisas que em corpo tenha feito’’

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Libellus I - Poimandres de Hermes Trismegisto

A Criação do Homem e sua Queda na Natureza

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Após descrever a origem do cosmos e a atuação do Nous e do Logos na organização da criação, o Corpus Hermeticum volta sua atenção para o surgimento do homem.

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# 2. O Nous Demiurgo, a Criação do Homem e o Mistério da Natureza Porém o Nous Deus, sendo macho-fêmea, sendo vida e luz, gestou com uma palavra outro Nous Demiurgo, que, sendo Deus do fogo e do ar, criou uns sete regentes, os quais envolvem o mundo sensível em ciclos, e cuja regência é chamada heimarmene. O Logos de Deus saltou imediatamente dos elementos inferiores [de Deus] para a pura obra da natureza, e se uniu ao Nous Demiurgo (pois era consubstancial), e foram deixados embaixo os irracionais inferiores da natureza, tal que eram somente matéria. Porém o Nous Demiurgo, com o Logos, o que envolve e que rodopia com zunidos, girou as obras de si mesmo e permitiu que fossem giradas desde um início indefinido até um infindo término; pois começa onde se acaba. Porém a circunvolução desses, segundo quis o Nous, trouxe os viventes irracionais dos elementos inferiores (pois não possuíam o Logos): o ar trouxe os voláteis e a água os aquáticos; porém a terra e a água têm sido separadas uma da outra, segundo quis o Nous; a terra tirou fora de si os que eram viventes quadrúpedes, répteis, feras selvagens e domésticas. O **Pai...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Libellus I - Poimandres de Hermes Trismegisto

O Autoconhecimento e o Caminho de Retorno

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O foco do discurso deixa de ser a criação do cosmos e passa a ser o destino da alma, o significado da morte e o caminho pelo qual o homem pode retornar à sua condição primordial.

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# 3. A Separação dos Sexos, o Conhecimento de Si e a Ascensão da Alma"E depois dessas coisas, ó Poimandres? Pois cheguei a um grande desejo e anelo ouvir; não saias do assunto." E o Poimandres disse: — "Mas fica quieto. De modo nenhum expliquei o primeiro discurso a ti.""Eis que faço silêncio", disse eu. Então veio, como eu disse, o engendramento desses sete desta forma: com efeito, feminina era a terra e a água fertilizadora, porém do fogo era a prova de maturação. Do éter, a natureza recebeu o pneuma e produziu os corpos conforme a aparência do Homem. Porém o Homem, de vida e luz, veio a ser em alma e mente: de vida, a alma; e de luz, a mente. E todas as coisas do mundo sensível permaneceram assim até o fim de um período e até as origens das espécies. Escuta o resto, o discurso que queres escutar: cumprido o período, a conjunção de todas as coisas foi solta pela vontade de Deus; pois todos os viventes, sendo macho-fêmeas, separaram-se conjuntamente com o homem e vieram a ser os machos em parte e as fêmeas semelhantemente. E Deus logo disse uma palavra santa: **"Crescei em crescimento e multiplicai em multidão todas as cria...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Libellus I - Poimandres de Hermes Trismegisto

O Hino de Louvor ao Pai

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Criado à imagem de Deus e chamado à divinização, o homem encontra sua realização não no domínio do mundo sensível, mas na consagração de toda a sua existência ao Pai.

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Santo é Deus e Pai de todos.

Santo é Deus, cuja vontade é cumprida pelas suas próprias potências.

Santo é Deus, que quer ser conhecido e é conhecido pelos seus.

Santo és, que tens constituído por ti os seres com a palavra.

Santo és, cuja toda natureza produziu uma imagem.

Santo és, que a natureza não formou.

Santo és, o mais forte do que a potência.

Santo és, o maior do que toda proeminência.

Santo és, o melhor que os louvores.

Recebe os sacros sacrifícios racionais de alma e coração, dedicados a ti, ó Inexprimível, ó Inefável, tu que és chamado em silêncio.

Ao que se solicita que não sejamos destituídos da gnose referente à nossa essência; consente a mim e me investe de potência, e iluminarei os que estão na ignorância do gênero humano, meus irmãos, mais ainda teus filhos, através dessa graça.

Por isso, creio e testifico:

Eu vou para vida e luz.

Bendito és, Pai. A tua humanidade quer consagrar contigo, conforme entregaste toda a autoridade a ela.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / LIBELLUS II A - De Hermes para Tat

O Movimento do Universo

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O Movimento do Universo e o Princípio Imóvel

Neste trecho, Hermes Trismegistos conduz Asclépio a uma investigação sobre a natureza do movimento. Através de perguntas sucessivas, o diálogo demonstra que todo movimento pressupõe um princípio superior que permanece imóvel. A partir dessa reflexão, o tratado introduz temas fundamentais da metafísica hermética, como o incorpóreo, o inteligível, Deus e a origem do movimento no cosmos.

Todo movimento depende de um princípio imóvel, superior e inteligível, do qual procede a ordem do universo.

O que torna o movimento possível?

Hermes inicia perguntando:

"Todo o móvel, ó Asclépio, não é movido em algo e por algo?"

A partir dessa afirmação, estabelece-se uma sequência lógica.

Todo corpo que se move:

  • move-se em um espaço;

  • é colocado em movimento por uma causa;

  • depende de algo maior do que ele próprio.

Segundo o tratado, isso leva inevitavelmente à conclusão de que:

  • o espaço deve ser maior que o corpo;

  • o motor deve ser mais forte que aquilo que movimenta;

  • o meio no qual ocorre o movimento deve possuir uma natureza distinta daquela do corpo móvel.


O espaço incorporal

Hermes volta sua atenção ao próprio universo.

Se o mundo é o maior dos corpos, pergunta:

"Que tamanho de espaço no qual ele é movido é necessário?"

A resposta conduz a uma conclusão importante.

O espaço que contém o universo não pode ser corporal.

Deve ser incorporal.

Hermes então distingue duas possibilidades:

Natureza do incorporal

Característica

Divino

Possui essência, mas não pertence ao mundo gerado.

Deus

É absolutamente inengendrado e transcende toda essência conhecida.


Deus e o inteligível

Hermes afirma que Deus é o primeiro inteligível.

Entretanto, faz uma distinção importante.

Para Deus, Ele mesmo não é objeto de pensamento, pois nada existe acima dele que o torne conhecido.

Já para os homens, Deus é inteligível porque nossa mente procura compreendê-lo.

Segundo o tratado:

Deus é pensado por si mesmo, enquanto o homem procura pensá-lo a partir de sua própria capacidade de conhecer.

Observação

O Corpus Hermeticum apresenta Deus como absolutamente transcendente. Embora possa ser conhecido, sua realidade nunca é reduzida aos limites do pensamento humano.


O princípio imóvel

Hermes continua desenvolvendo seu raciocínio.

"Todo o móvel não é movido no movido, mas no fixado."

Essa afirmação constitui uma das ideias centrais do trecho.

Aquilo que produz movimento deve permanecer estável.

Caso também estivesse continuamente sendo movido, não haveria um fundamento permanente capaz de sustentar o movimento dos demais seres.

O movimento universal exige um princípio que permanece imóvel.


O movimento das esferas celestes

Asclépio pergunta como isso acontece no céu, já que as esferas parecem mover-se continuamente.

Hermes responde que o movimento celeste não ocorre de maneira uniforme.

As esferas realizam uma contramoção.

Elas movem-se em direções opostas, e justamente essa oposição produz estabilidade.

O tratado afirma que:

  • a contrariedade gera equilíbrio;

  • a oposição impede o descontrole;

  • a firmeza nasce da própria ordem dos movimentos.


O exemplo das Ursas

Hermes utiliza então um exemplo observado no céu.

As constelações das Ursas, que parecem nunca nascer nem se pôr, giram continuamente ao redor de um mesmo centro.

Pergunta então:

"Pensas que são movidas ou estão paradas?"

Asclépio responde que estão em movimento.

Hermes explica que sua circunvolução ao redor de um centro fixo demonstra como um movimento pode conservar estabilidade justamente porque permanece vinculado a um ponto imóvel.

Tabela – Movimento circular

Elemento

Função

Centro

Permanece fixo.

Circunvolução

Move-se continuamente ao redor do centro.

Estabilidade

Surge porque o movimento nunca abandona seu ponto de referência.


O exemplo do nadador

Para tornar seu ensinamento mais claro, Hermes apresenta uma comparação com a experiência cotidiana.

Um homem nadando em um rio evita ser levado pela corrente graças ao movimento de seus braços e pernas.

Esses movimentos produzem uma força contrária à corrente.

Assim, a resistência torna-se aquilo que lhe permite permanecer em seu caminho.

"A repulsa dos pés e das mãos vem a ser uma parada para o homem."


A verdadeira origem do movimento

Hermes conclui afirmando que toda moção do universo possui origem interior.

O movimento do mundo e dos seres vivos não nasce das causas exteriores do corpo.

Segundo o tratado, ele procede:

  • da alma;

  • do pneuma;

  • dos princípios inteligíveis.

O texto encerra afirmando:

"Um corpo não move um corpo animado."

Isso significa que a matéria, por si mesma, não explica o movimento da vida.

O princípio que anima os seres pertence a uma realidade superior à corporal.


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1O Movimento do Mundo e a Natureza do Espaço

— Todo o móvel, ó Asclépio, não é movido em algo e por algo?

— Certamente.

— Porém não é necessário que o móvel seja maior do que aquilo no qual ele é movido?

— É necessário.

— Então, mais forte é o motor do que o móvel?

— Pois é, mais forte.

— E é necessário aquilo no qual é movido que tenha natureza oposta à do móvel?

— Também sim.

Então grande é esse mundo, do qual não existe corpo maior?

— Que seja concordado.

— E é compacto? Pois é preenchido de muitos outros grandes corpos, e melhor, tais são os corpos de todos.

— Assim é.

— Porém o mundo é um corpo?

— É um corpo.

— E é móvel?

— Certamente.

— Que tamanho de espaço no qual ele é movido é necessário, qual é a natureza desse espaço? Não muito maior, a fim de que seja possível receber a perseverança de uma rápida moção e que, não sendo pressionado o movido pela estreiteza, retarde o movimento?

— É alguma coisa enorme, ó Trismegistos.

— De que natureza? Então é da oposta, ó Asclépio? E o incorpóreo é natureza oposta ao corpo.

— Que seja concordado.

Portanto, o espaço é incorporal, mas o incorporal ou é divino ou é Deus. Porém eu estou falando agora do divino, não do engendrado, mas do inengendrado.

Se, pois, for divino, é essencial; porém, se for Deus, também vem a ser sem essência. E, de outra maneira, é inteligível.

Assim, pois, para nós, o primeiro inteligível é Deus. Ele não é inteligível por si mesmo; pois a coisa inteligível, para o pensante, cai na sensação. Por isso, Deus não é em si inteligível; pois, não sendo alguma outra coisa do que é pensada, ele é pensado por si.

Para nós, ele é alguma outra coisa; por isso é pensado para nós. Porém, se o espaço é inteligível, não é como Deus, mas como espaço. Porém, se também o é como Deus, não é como lugar, mas como energia capaz.

Porém todo o móvel não é movido no movido, mas no fixado; também, porém, o motor tem se fixado, impossível de ser movido.

Como, então, ó Trismegistos, as coisas aqui são movidas com os motores? Pois disseste serem as esferas errantes movidas pelas não errantes.

— Não é essa, ó Asclépio, uma moção conjunta, mas uma contramoção; pois não são movidos semelhantemente, mas são contrárias umas às outras; porém, tendo se fixado, a contrariedade tem a firmeza da moção.

Pois a repulsa é uma parada de uma rápida moção. Portanto, as esferas errantes, contrariamente sendo movidas pela não errante, umas pelas outras no encontro contrário ao redor da própria contrariedade, são movidas pela que tem sido fixada. E de outro modo é impossível.

Pois essas Ursas que vês nem se pondo nem nascendo, e girando ao redor do mesmo centro; pensas que são movidas ou estão paradas?

— São movidas, ó Trismegistos.

— Que tipo de moção, ó Asclépio?

— A que circula ao redor das coisas.

— Porém a circunvolução é o mesmo que a moção ao redor do mesmo centro, sendo retida pela parada. Pois circunvolução ao redor do ponto impede que ela esteja além dele. Porém o impedimento de ser além dele, se fosse fixado, seria para a circunvolução ao redor do próprio ponto.

Assim também a rápida moção contrária tem se fixado firme, sendo firmemente alicerçada pela contrariedade.

E um exemplo terreno aos teus olhos te mostrarei: os viventes perecíveis, digo tal como o homem, vê nadando; pois, da água corrente, a repulsa dos pés e das mãos vem a ser uma parada para o homem, de maneira a não ser arrastado pela água.

— É claro o exemplo, ó Trismegistos.

— Portanto, toda moção na parada e pela parada é movida.

Portanto, a moção do mundo e também de todo vivente material não acontece de vir a ser pelas causas do exterior do corpo, mas pelas causas do interior para dentro do exterior, dos inteligíveis, ou seja, da alma e do pneuma, ou de algum outro corpo. Pois um corpo não move um corpo animado, mas nem corpo inteiro, mesmo que seja inanimado.

Libellus III — Discurso Sagrado de Hermes

A Manifestação do Cosmos e o Ciclo da Renovação

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Diferentemente de uma narrativa histórica, o texto expõe uma visão simbólica da criação, mostrando como Deus, por meio de sua potência, estabelece a ordem do cosmos e conduz todas as coisas segundo um movimento contínuo de geração, dissolução e renovação.

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# 1. Deus como Princípio de Todas as Coisas e a Ordem da Criação Glória de todas as coisas é Deus: tanto ser divino quanto natureza divina. Princípio dos seres é Deus: tanto Nous quanto natureza e matéria, sendo ele a sabedoria para demonstração de todas as coisas. Princípio é o divino, tanto natureza quanto energia e necessidade, tanto fim quanto renovação. Pois havia escuridão indefinida, água e pneuma sutil e intelectual no abismo, estando essas coisas no caos pela potência divina. Então uma luz santa foi elevada da substância úmida, tendo sobressaído †da areia†, e todos os deuses †separaram† os elementos da natureza germinal. Porém, de todos os seres inacabados e não construídos, de todos os que têm sido separados e suspensos pelo fogo para serem conduzidos pelo pneuma, foram separados os leves para o alto e os pesados foram alicerçados sobre a areia úmida. E o céu foi visto em sete ciclos, e os deuses apareceram em formas de constelações, e foram articulados com todos os seus signos. Com os deuses em si, também a circunferência foi enrolada pelo ar, sendo conduzida em curso cíclico pelo pneuma divino. Porém cada deus leva...

Três Iniciados5 trechos

O CAIBALION

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

Princípios Herméticos

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...sete; aquele que os conhece perfeitamente possui a Chave Mágica com a qual todas as portas do Templo serão completamente abertas.” 1 — Princípio do Mentalismo: “O TODO É MENTE; O UNIVERSO É MENTAL.” “Sob as aparências do Universo, Tempo, Espaço e Mobilidade, está sempre oculta a realidade Substancial; a Verdade Fundamental.” Explica que o TODO — que é a Realidade Substancial oculta em todas as manifestações e aparên...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

Transmutação Mental

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Esse é o verdadeiro domínio da mente sobre si mesma A Magia na Transmutação Mental Se o Universo é Mental em sua natureza, então a transmutação mental deve ser a arte de mudar as condições do Universo nos moldes da matéria, da força e da mente.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

O TODO

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"Sob as aparências do Universo, tempo, espaço e mobilidade, está sempre oculta a Realidade Substancial; a Verdade Fundamental." "O TODO é UM; os dois aspectos (masculino e feminino) são meros aspectos da manifestação." "Tudo nasce, cresce e morre.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

O Universo Mental

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"O Universo é mental; ele é mantido na Mente do TODO." "Se o Universo existe, ou parece existir, ele deve proceder de alguma forma a partir do TODO, ou deve ser uma criação do TODO." "Seguindo o Princípio da Correspondência, temos razão em considerar que o TODO cria o Universo mentalmente, de forma semelhante ao processo pelo qual o homem cria imagens mentais.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

O PARADOXO DIVINO

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"Os falsos sábios, reconhecendo a irrealidade comparativa do Universo, imaginavam que podiam desafiar suas Leis: tais são tolos vaidosos e presunçosos; eles são quebrados contra as rochas e rasgados pelos elementos em razão de sua loucura.

Epicteto1 trecho

Manual de Epicteto

DESENVOLVIMENTO PESSOAL / ESTOICISMO / MANUAL DE EPICTETO

Sobre o controle das coisas

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O hermetismo apresenta sete leis que regem todo o universo.

Marco Aurélio1 trecho

Meditações

DESENVOLVIMENTO PESSOAL / ESTOICISMO / MEDITAÇÕES

Sobre o tempo e a procrastinação

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Certamente, é hora de entender o universo do qual fazes parte e o governante deste universo de quem tu emanas; que foi estabelecido um limite para os teus dias e que, se não os utilizar para teu próprio esclarecimento, eles partirão, assim como tu partirás, para nunca mais retornarem.