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Desenvolvimento Pessoal / Estoicismo

Espírito

Assunto reunido a partir de 60 trechos de livros cadastrados.

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Desenvolvimento PessoalEstoicismoestoicismopratica

Comparacao bibliografica

60 registros
Franz Bardon22 trechos

Magia Prática: Caminho do Adepto

CIÊNCIAS OCULTAS / INICIAÇÃO / O GRANDE SEGREDO DO TETRAGRAMMATON

O Corpo Humano

p. 22mencao no texto
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A beleza não é só aquilo que nos agrada ou nos é simpático, pois a simpatia e a antipatia dependem dos efeitos recíprocos dos elementos; a saúde efetiva é muito mais uma condição básica para a elevação espiritual.

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O Corpo Humano O homem é a imagem verdadeira de Deus, portanto ele foi criado segundo o retrato do Universo. Tudo o que se encontra no Universo numa escala maior, reflete-se no homem numa escala menor É por isso que o homem é definido como um microcosmo, em contraposição ao Universo como macrocosmo. Ao pé da letra, podemos dizer que no homem está refletida toda a natureza, e o objetivo desse capítulo é ensinar a observar, conhecer a dominar essa verdade. Não pretendo aqui descrever os processos físicos do corpo, pois essa descrição pode ser encontrada em qualquer obra especializada; o que eu quero é ensinar aos leitores como observar o homem do ponto de vista hermético a como utilizar nele a chave básica, i.e. os efeitos dos elementos. Há um famoso ditado que diz: "Num corpo sadio, uma mente sadia". No estudo do homem veremos como é profunda a verdadeira a afirmação dessa pequena frase. Mas com cer ...

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A Alma ou o Corpo Astral

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Os Cinco Sentidos e o Espírito O homem foi dotado de cinco sentidos, correspondentes aos elementos, e com a ajuda desses sentidos corpóreos o corpo astral ou alma assimila as percepções do mundo físico.

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... desenvolvem-se também as da alma ou do assim chamado corpo astral. A alma está ligada ou fundida ao corpo através do magneto quadripolar com suas características específicas. A fusão ocorre, analogamente ao corpo, através da influência eletromagnética dos elementos. O trabalho dos elementos, o assim chamado fluido eletromagnético da alma é chamado por nós, iniciados, de matriz astral, ou vida. Essa matriz astral ou fluido eletromagnético da alma não é idêntico à aura descrita pelos ocultistas, da qual pretendo ocupar-me mais adiante. A matriz astral ou fluido eletromagnético é o meio aglutinante entre o corpo e a alma. O princípio do fogo exerce na alma também o seu efeito construtor; o princípio da água exerce seu efeito vitalizante, o do ar o seu efeito equilibrador, gerador a preservador. O corpo astral possui exatamente as mesmas funções do corpo material denso.

O homem foi dotado de cinco sentidos, correspondentes aos elementos, a com a ajuda desses sentidos corpóreos o corpo astral ou alma assimila as percepções do mundo físico.

A assimilação e a ação dos cinco sentidos por meio do corpo astral a do material denso ocorre através do nosso espírito imortal (mais adiante explicarei porquê o espírito é imortal). Sem a atuação do espírito na alma o corpo astral não teria vida a se dissolveria em seus elementos componentes.

Como o espírito não conseguiria exercer seu efeito sem a intermediação da alma, o corpo astral torna-se o domicílio de diversas características do espírito imortal. A oscilação dos fluidos elétrico a magnético no espírito varia de acordo com o seu gra ...

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O PLANO ASTRAL

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São sobretudo as pessoas que já deixaram o mundo terreno e que habitam o grau de densidade correspondente ao seu grau de amadurecimento espiritual, o que de acordo com as religiões é chamado de céu ou inferno, mas que os iniciados interpretam só simbolicamente.

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  1. O Plano Astral É muitas vezes definido como a quarta dimensão; não foi criado a partir dos quatro elementos, mas é um grau de densidade do princípio de Akasha, portanto de que tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro, no mundo material, enfim, tudo o que contém sua origem, sua regulamentação e sua existência. Como já referimos, em sua forma mais sutil o Akasha é o nosso velho conhecido éter, no qual, entre outras coisas, propagam-se as ondas elétricas a magnéticas. Ele é também a esfera das vibrações, de onde se originam a luz, o som, a cor, o ritmo, e com estes toda a vida que existe. Como o Akasha é a origem de todo ser, naturalmente nele há o reflexo de tudo, Le., de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro. É por isso que consideramos o plano astral como a emanação do eterno, sem começo nem fim, a que portanto é isento de espaço a de tempo. O iniciado que consegue alcançar esse plano encontra tudo nele, mesmo quando se tratam de fatos ocorridos no passado, que ocorrem no presente ou ocorrerão no futuro. A amplitude do alcance da sua percepção depende do seu grau de aperfeiçoamento. 1.1 A Morte como...

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O ESPIRITO

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O Espírito

O espírito é a parte imortal do homem. Corpo e alma são apenas veículos temporários através dos quais ele se manifesta.

Segundo o texto, o espírito surge do princípio primordial do Akasha, a fonte original de toda a existência, e possui em si as quatro qualidades fundamentais dos elementos.

Os Elementos no Espírito

Elemento

Aspectos Espirituais Associados

Fogo

Vontade, Força, Poder, Paixão

Ar

Intelecto, Razão, Memória, Discernimento, Julgamento

Água

Vida emocional, Sentimento, Consciência, Intuição

Terra

Consciência do "Eu", Egoísmo, Instinto de reprodução, Instinto de autopreservação

O Papel do Akasha

O aspecto mais elevado do Akasha manifesta-se como:

Em sua forma mais inferior manifesta-se como:


Formação da Individualidade

O "Eu" espiritual é formado pela interação dos quatro elementos e de suas qualidades.

Todas as demais características do espírito derivam dessas quatro forças fundamentais, manifestando-se positiva ou negativamente conforme a polaridade predominante.

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1O Espírito

Como já dissemos antes, o homem foi criado à semelhança de Deus e é constituído de corpo, alma a espírito. Nos capítulos anteriores ficamos sabendo que o corpo e a alma servem somente como um invólucro ou uma vestimenta para o espírito, a são portanto passageiros. É por isso que só o espírito é a parte imortal do homem e a sua imagem semelhante a Deus. Não é fácil analisar e colocar em palavras exatas algo divino, imortal a eterno. Mas como em qualquer outro problema podemos, nesse caso, nos valer da ajuda da chave do magneto quadripolar.

1.1A Origem do Espírito e os Quatro Princípios

Do princípio primordial mais elevado (o Akasha), da fonte primordial de toda a existência, da matéria espiritual primordial, surgiu o espírito, o "eu" espiritual com as quatro características específicas dos elementos, próprias do espírito imortal criado à semelhança de Deus. O princípio do fogo, a parte impulsiva, é a vontade. O princípio aéreo revela-se no intelecto (razão), o princípio aquoso na vida ou no sentimento, e o princípio da terra na comunhão de todos os outros três elementos na consciência do "eu".

Todas as outras características do espírito possuem esses quatro princípios primordiais como base. A parte típica do quarto princípio, portanto do Princípio Etérico (Akasha), em seu aspecto mais elevado revela-se na fé, a na forma mais baixa no impulso da autopreservação.

1.2Os Aspectos do Espírito segundo os Elementos

Cada um dos quatro princípios-elementos aqui citados ainda possui muitos aspectos positivos ou negativos, de acordo com a lei da analogia da polaridade ou dos elementos.

Todos juntos formam o "eu", ou o espírito. Assim podemos atribuir a força, o poder e a paixão ao princípio do fogo; a memória, o poder de discernimento a de julgamento à parte aérea do espírito, a consciência e a intuição à sua parte aquosa, e o egoísmo, o impulso de auto-preservação a de reprodução à sua parte terrena. O assunto tornar-se-ia muito extenso se quiséssemos mencionar aqui todas as qualidades do espírito em relação aos elementos.

Através de um estudo perseverante a uma meditação profunda, o futuro iniciado poderá estendê-las por si mesmo, levando em conta as leis da analogia do magneto quadripolar. É um trabalho muito gratificante que não deve nunca ser desdenhado, porque sempre produz bons resultados a em pouco tempo, garantindo o domínio e o conhecimento dos elementos.

1.3O Homem Completo: Corpo, Alma e Espírito

Nos capítulos sobre o corpo, a alma e o espírito descrevi o homem na sua forma mais completa. Por ocasião da sua iniciação, e por conseqüência na prática mágica, mística a dos diversos mistérios, o estudante deve estar ciente da necessidade do conhecimento de seu próprio pequeno universo. A maioria dos escritores excluiu essa parte tão importante a até básica dos seus livros, por desconhecê-la ou por outros motivos quaisquer.

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PLANO MENTAL

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O Plano Mental O plano mental é a esfera própria do espírito, assim como o plano material pertence ao corpo e o plano astral à alma.

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1O Plano Mental

Assim como o corpo possui o seu plano terreno e o corpo astral ou alma o seu plano astral, o espírito também possui o seu plano próprio, chamado de esfera mental ou plano mental. É a esfera do espírito, com todas as suas propriedades.

Ambas as esferas, tanto a material densa quanto a astral, surgiram através dos quatro elementos, do princípio do Akasha ou das Coisas Primordiais da esfera correspondente. A esfera mental também se formou dessa maneira, partindo do princípio akáshico do espírito.

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DEUS

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Ao longo do tempo foram adorados deuses, anjos, demiurgos, demônios e espíritos, correspondentes às mentalidades dos povos em questão.

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1Deus

Desde os tempos primordiais o homem acreditou em algo superior, transcendental, algo que ele pudesse divinizar, não importando que fosse uma idéia personificada ou não de Deus. Aquilo que o homem não conseguia assimilar ou compreender ele atribuía a um poder superior, conforme a sua concepção. Desse modo é que surgiram as divindades dos povos, tanto as boas quanto as más (demônios). Assim, ao longo do tempo, foram adorados deuses, anjos, demiurgos, demônios a espíritos, correspondentes às mentalidades dos povos em questão, sem que fosse levado em conta o fato de terem vivido efetivamente ou só na imaginação das pessoas. Quanto mais se desenvolvia. intelectualmente a humanidade, tanto menos as pessoas procuravam imagens divinas, principalmente quando, com ajuda da ciência, foram sendo explicados muitos fenômenos antigamente atribuídos aos deuses. Precisaríamos escrever muitas obras se quiséssemos entrar nos detalhes das diversas idéias de Deus na história dos povos.

1.1A Idéia de Deus do Ponto de Vista do Mago

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ASCESE

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[Conceito-chave] O equilíbrio entre corpo, alma e espírito aparece novamente como uma das ideias centrais de toda a obra.

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Ele não deverá acreditar num céu nem num inferno. Quem se prende a essas crenças são os sacerdotes das diversas religiões, para manter seus fiéis sob a sua tutela. Suas pregações morais servem para despertar o temor diante do inferno, do fogo eterno, e prometer o céu às pessoas boas. Para o homem comum, na medida em que ele se sente estimulado pela religião, essa visão também tem seus lados bons, porque pelo menos o temor do castigo no inferno faz com que ele se esforce em praticar o bem.

Por outro lado, para o mago as leis morais servem para enobrecer a alma e o espírito.

Só numa alma enobrecida é que as forças universais podem agir, principalmente quando o corpo, a alma e o espírito estão instruídos a desenvolvidos.

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

INSTRUÇÕES PARA INICIO DA PRÁTICA

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Paciência, perseverança e determinação são condições básicas para o desenvolvimento. DEVEMOS SER: Com os outros Conosco mesmos Generosos Severos Amistosos Duros Condescendentes Exigentes Nunca se deve julgar ou criticar os outros sem antes olhar para si mesmo. O maior poder reside no silêncio. Sem esforço não há recompensa.

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1Instrução Mágica do Espírito, da Alma a do Corpo

Vamos agora entrar na parte prática da iniciação. Não devemos esquecer nunca que o corpo, a alma e o espírito devem ser instruídos simultaneamente, senão não seria possível obtermos a mantermos o equilíbrio mágico. Na parte teórica eu já indiquei várias vezes os perigos de uma instrução unilateral. Não é aconselhável apressar-se, tudo tem o seu tempo.

Paciência, perseverança a determinação são condições básicas para o desenvolvimento. O esforço empregado na própria evolução será mais tarde amplamente recompensado. Quem quiser trilhar os caminhos da magia, deve assumir o dever sagrado de exercitar-se regularmente.

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU I

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INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPIRITO (I) Controle do Pensamento, Disciplina do Pensamento, Domínio do Pensamento 1.

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1Instrução Mágica do Espírito (I)
Controle do Pensamento, Disciplina do Pensamento, Domínio do Pensamento

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU II

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Quais Desejos Podem Ser Utilizados Segundo o autor, podem ser objeto da auto-sugestão todos os desejos relacionados: Ao espírito; À alma; Ao corpo.

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1.7Os Desejos Realizáveis através da Auto-Sugestão

Deveríamos ainda mencionar quais os desejos que podem ser realizados através da auto-sugestão. Nesse caso vale uma regra geral: podemos realizar qualquer desejo referente ao espírito, à alma ou ao corpo, por exemplo, o aperfeiçoamento do caráter, o combate às características negativas, às fraquezas, às desarmonias, pedir a obtenção da saúde, o afastamento ou a atração de situações diversas, o desenvolvimento de habilidades. De qualquer forma, não há a possibilidade da realização de desejos que não tenham nada a ver com a personalidade, como por exemplo, ganhar prêmios na loteria, etc.

Só devemos escolher outra fórmula quando estivermos plenamente satisfeitos com o sucesso da primeira. Quem se dedicar sistematicamente aos exercícios poderá rapidamente convencer-se da influência favorável da auto-sugestão a praticar esse método ao longo de toda a sua vida.

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

OS QUATRO PILARES DA MAGIA

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Conhecer, Ousar, Querer a Calar são os quatro pilares principais do templo de Salomão, portanto do macro a do microcosmo sobre os quais f oi erigida a sagrada ciência da magia. Relativamente aos quatro elementos, são estas as características básicas que todo mago deve possuir se quiser alcançar o grau mais elevado desta ciência. SABER Pode ser adquirido por qualquer um através de um estudo intenso, e o conheciment...

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  1. Conhecer, Ousar, Querer a Calar Conhecer, Ousar, Querer a Calar são os quatro pilares principais do templo de Salomão, portanto do macro a do microcosmo sobre os quais foi erigida a sagrada ciência da magia. Relativamente aos quatro elementos, são estas as características básicas que todo mago deve possuir se quiser alcançar o grau mais elevado desta ciência. O saber mágico pode ser adquirido por qualquer um através de um estudo intenso, e o conhecimento de suas leis possibilita ao aprendiz alcançar, gradativamente, o estágio mais elevado da sabedoria. 1.1 Querer Querer: É um aspecto da vontade que só pode ser alcançado com tenacidade, paciência a persistência no estudo da ciência sagrada a na sua aplicação prática. Quem pretende não só satisfazer sua curiosidade, mas levar a sério o seu estudo a escalar o caminho que o levará às mais luminosas alturas, precisará dispor de uma vontade inquebrantável. 1.2 Ousar Ousar: Quem não teme sacrifícios nem obstáculos, a também não dá atenção às opiniões dos outros, mas mantém o objetivo sempre à sua frente sem se importar se terá sucesso ou fracassará, receberá a melhor das recompensas. 1.3 Calar Calar: Quem gosta de se gabar a se promove...

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GRAU III

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INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO (III) Concentração do Pensamento em Duas ou Três Ideias Simultaneamente No segundo grau aprendemos a praticar a concentração dos sentidos, isto é, a induzir a concentração de cada um de nossos sentidos.

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1Instrução Mágica do Espírito (III)
Concentração do pensamento em duas ou três idéias simultaneamente

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU IV

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Instrução Mágica do Espírito (IV) Transposição da Consciência para o Exterior a) Em objetos Neste capítulo mostrarei a vocês como se transpõe a consciência para o exterior.

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Antes de começar a descrever esses exercícios um pouco mais difíceis do Grau IV volto a enfatizar que o aluno não deve se precipitar em seu desenvolvimento. Ele deve gastar o tempo que for preciso para alcançar um sucesso absoluto em seu caminho mágico. Deve ter o domínio total de todos os exercícios das etapas anteriores, antes de passar aos subseqüentes.

1.1Instrução Mágica do Espírito (IV)
1.1.1Transposição da Consciência para o Exterior

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU V

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Espírito → Centro.

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Recomenda-se ao aluno que medite sobre isso, assim ele poderá alcançar profundidades insuspeitadas a adquirir uma grande intuição como recompensa.

1.1Instrução Mágica do Espírito (V)
1.1.1Magia em Ambientes

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU VI

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Neste grau, Bardon introduz uma prática voltada ao autoconhecimento do espírito. O objetivo não é mais desenvolver apenas a concentração, mas compreender como o próprio espírito atua através da alma e do corpo, identificando suas funções segundo os quatro elementos.; Antes de iniciar os exercícios, o autor recorda a divisão das faculdades espirituais:; Elemento; Faculdade espiritual; Fogo; Vontade; Ar; Intelecto (razão, memória e pensamento); Água; Sensibilidade e sentimentos; Terra; Consciência, que integra e estabiliza as demais funções; O aluno deve voltar a atenção para si mesmo e meditar separadamente sobre cada uma dessas faculdades.; Não basta apenas compreender intelectualmente o que é vontade, intelecto, sensibilidade e consciência. Bardon recomenda observar como cada uma dessas funções atua na própria vida até conseguir formar uma percepção clara e distinta de cada uma delas.; Somente quando essas funções puderem ser diferenciadas interiormente o exercício estará corretamente assimilado.; Finalidade do exercício: desenvolver uma percepção consciente das diferentes funções do espírito, preparando o mago para fortalecê-las, equilibrá-las ou dirigi-las conscientemente.; Em seguida, Bardon apresenta uma das meditações mais importantes deste grau.; Ele compara os três corpos do homem a uma mão usando duas luvas:; a mão representa o espírito;; a luva de seda representa o corpo astral;; a luva mais espessa representa o corpo físico.; Assim como a mão sente as duas luvas e as movimenta, o espírito deve ser percebido como aquilo que anima e movimenta os outros dois corpos.; A prática consiste em sentir claramente que:; o espírito permeia o corpo astral;; o corpo astral permeia o corpo físico;; toda ação realizada pelo homem parte, em última instância, do espírito.; Essa meditação deve ser repetida até que essa percepção se torne natural.; Depois de compreender essa estrutura, Bardon propõe um exercício aplicado ao cotidiano.; Durante pequenas ações do dia a dia, o estudante deve manter a sensação de que não é o corpo que age por si mesmo, mas o espírito utilizando a alma e o corpo como instrumentos.; Por exemplo:; ao caminhar, perceber que é o espírito quem movimenta as pernas;; ao mover as mãos, sentir que é o espírito quem realiza o movimento;; ao falar, compreender que o espírito utiliza o aparelho físico para expressar-se.; O importante não é pensar continuamente nisso, mas cultivar essa percepção de forma viva.; Inicialmente o exercício deve durar poucos minutos, sendo ampliado gradualmente até alcançar cerca de dez minutos contínuos, sem provocar fadiga, tontura ou perda de concentração.; Segundo Bardon, esse treinamento ensina o estudante a agir simultaneamente nos três níveis do ser:; espiritual (mental);; anímico (astral);; material (físico).; É justamente essa atuação simultânea que caracteriza uma ação verdadeiramente mágica.; Por isso, muitos rituais executados apenas mecanicamente não produzem resultados: a pessoa realiza os gestos físicos, mas não participa conscientemente com o espírito e com a alma.; Bardon utiliza como exemplo o magnetismo de cura.; Se um magnetizador apenas impõe as mãos sobre o paciente, atuando somente no plano físico, os resultados tendem a ser limitados.; O verdadeiro mago procura atuar nos três níveis ao mesmo tempo:; o espírito influencia o espírito do paciente;; a alma influencia a alma do paciente;; o corpo físico atua sobre o corpo físico.; Como o ser humano é formado por essas três dimensões inseparáveis, a ação mágica torna-se muito mais completa quando todas participam conscientemente do trabalho.; Exercício; Objetivo; Meditar sobre as quatro funções do espírito; Diferenciar vontade, intelecto, sensibilidade e consciência.; Sentir o espírito dentro da alma e do corpo; Reconhecer o espírito como o verdadeiro agente das ações.; Agir conscientemente nas atividades diárias; Desenvolver a percepção de que o espírito atua através da alma e do corpo.; Aplicar essa consciência nos trabalhos mágicos; Unificar os planos espiritual, astral e físico durante qualquer operação mágica.; Depois de aprender a perceber o espírito como o verdadeiro agente de todas as ações, Bardon amplia esse treinamento para os cinco sentidos. O objetivo agora é compreender, pela experiência, que não são os órgãos físicos que realmente percebem o mundo, mas sim o espírito, utilizando a alma e o corpo como instrumentos.; Essa prática servirá de preparação para capacidades como a clarividência, a clariaudiência e a sensitividade.; O treinamento consiste em mudar a forma como você percebe seus sentidos.; Em vez de pensar que os olhos veem, os ouvidos escutam ou a pele sente, você deverá desenvolver a convicção de que:; o espírito é quem percebe;; o corpo astral transmite essa percepção;; o corpo físico apenas funciona como instrumento.; Bardon recomenda refletir frequentemente sobre essa ideia até que ela deixe de ser apenas um conceito e se transforme em uma experiência interior.; Comece pela visão.; Durante alguns minutos, mantenha a consciência de que não são os olhos físicos que enxergam, mas o espírito utilizando os olhos astrais e materiais para perceber o mundo.; O objetivo é conseguir permanecer nessa percepção por pelo menos cinco minutos, aumentando esse tempo gradualmente com a prática.; Exemplo: ao observar uma árvore, procure sentir que quem realmente percebe a árvore é o espírito; os olhos físicos são apenas o meio pelo qual essa percepção acontece.; Depois de dominar o exercício com a visão, faça o mesmo com a audição.; Enquanto escuta qualquer som, mantenha a consciência de que:; não são os ouvidos físicos que escutam;; é o espírito que percebe os sons através dos ouvidos astrais e materiais.; Assim como no exercício anterior, procure manter essa percepção por alguns minutos sem interrupções.; O mesmo princípio deve ser aplicado ao tato.; Sempre que sentir:; calor;; frio;; textura;; pressão;; contato com objetos,; procure perceber que o espírito sente, utilizando o corpo astral e o corpo físico como intermediários.; Segundo Bardon, esse exercício merece tanta atenção quanto os anteriores.; Embora os cinco sentidos possam ser trabalhados, Bardon destaca que três deles possuem importância especial para a prática mágica.; Sentido; Importância; Visão; Base para o desenvolvimento da clarividência.; Audição; Base para a clariaudiência.; Tato; Base para a sensitividade e percepção energética.; Os sentidos do olfato e do paladar também podem ser desenvolvidos, mas ocupam um papel secundário nessa etapa.; Depois de dominar cada sentido individualmente, o exercício torna-se mais exigente.; Primeiro, procure manter dois sentidos conscientes ao mesmo tempo, por exemplo:; visão + audição.; Quando isso se tornar estável durante cerca de cinco minutos, acrescente um terceiro sentido:; visão + audição + tato.; Essa percepção simultânea fortalece ainda mais a atuação consciente do espírito.; Etapa; 1; Conscientizar a visão espiritual.; 2; Conscientizar a audição espiritual.; 3; Conscientizar o tato espiritual.; 4; (Opcional) Trabalhar olfato e paladar.; 5; Unir visão e audição.; 6; Unir visão, audição e tato simultaneamente.

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... er se trate de uma esfera própria ou de uma outra, estranha. Em função da diversidade, citarei só alguns exemplos. Através dos elementais o mago poderá influenciar o pensamento de uma outra pessoa, fortalecer ou enfraquecer as energias espirituais a intelectuais dela, proteger a si mesmo a aos outros de influências estranhas, transformar amizades em inimizades a viceversa, produzir um clima favorável no trato com as outras pessoas e dominar com a sua vontade qualquer pessoa com pouca força de vontade a espírito não evoluído. O negociante poderá aumentar sua clientela, a em outras coisas mais os elementais poderão prestar bons serviços. O mago autêntico porém só visará o bem, o altruísmo e o motivo mais nobre, se quiser galgar os degraus mais elevados da maturidade mágica. A prática da geração dos elementais é muito simples a depende da imaginação do mago. Mas devemos obedecer certas regras:

  1. Devemos dar ao elemental uma forma determinada, correspondente ao desejo

que queremos ver realizado. Essa forma é criada através da imaginação intensiva.

  1. Deve ser dado um nome à forma, o assim chamado invólucro. Tudo o que

existe, com ou sem forma, deve ter um nome; aquilo que não tem nome não ex is te.

  1. A tarefa deve ser atribuída ao elemental através da vontade a da força de

imaginação, portanto, devemos lhe comunicar qual o efeito que deverá desencadear. Para isso deve ser utilizado o modo presente a imperativo, como foi ensinado no capítulo sobre o subconsciente.

  1. A capacidade de agir deve ser transmitida ao elemental, sem considerar se

trata-se de um elemental de efeito te ...

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GRAU VII

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1 Instrução Mágica do Espírito (VII) 1.1 Análise do Espírito em Relação à Prática No sexto grau o aluno aprendeu a tomar consciência do próprio espírito, tratá-lo no corpo como espírito e também a usar os sentidos conscientemente.

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1.1Instrução Mágica do Espírito (VII)
1.1.1Análise do Espírito em Relação à Prática

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GRAU VIII

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1 Instrução Mágica do Espírito (VIII) 1.1 Preparação para a Viagem Mental Neste grau, Bardon introduz um dos capítulos mais importantes da prática mágica: a viagem para fora do corpo.

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GRAU VIII
INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO
1Preparação para a Viagem Mental

FRASES

FRASES

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ESPIRITO

Sem a atuação do espírito, o corpo astral não teria vida e se dissolveria em seus elementos componentes.

O corpo astral torna-se o domicílio das diversas características do espírito imortal.

O corpo e a alma são apenas o invólucro do espírito e, por isso, são passageiros.

O espírito é a parte imortal do homem e sua imagem semelhante a Deus.

Do princípio primordial mais elevado, o Akasha, surgiu o espírito, o "eu" espiritual.

Todo praticante possui um espírito protetor destinado a orientá-lo em sua evolução.

O espírito protetor inspira, protege e estimula o desenvolvimento espiritual do praticante.

Quanto maior a dedicação ao aperfeiçoamento espiritual, maior tende a ser a aproximação do espírito protetor.

O mago deve buscar estabelecer um contato consciente com seu espírito protetor.

O espírito manifesta-se por meio da vontade, do intelecto, da sensibilidade e da consciência.

A vontade corresponde ao elemento fogo.

O intelecto corresponde ao elemento ar.

A sensibilidade corresponde ao elemento água.

A consciência corresponde ao elemento terra.

O praticante deve distinguir claramente cada uma das funções do espírito.

O espírito deve ser analisado segundo o predomínio de seus elementos.

O equilíbrio do espírito depende da harmonia entre vontade, intelecto, sensação e consciência.

O desenvolvimento do espírito exige fortalecer os elementos mais fracos sem permitir o predomínio dos mais fortes.

O espírito da terra é uma consciência associada ao elemento terra.

O espírito da terra representa uma manifestação da inteligência presente nas forças terrestres.

O espírito da terra é apresentado como composto predominantemente pelo elemento correspondente à sua natureza.

O espírito da terra possui características diferentes das do ser humano por sua constituição elemental específica.

O espírito da terra está relacionado às forças de estabilidade, densidade e formação da natureza.

O espírito da terra deve ser compreendido através da lei hermética da analogia entre homem e universo.

O espírito da terra manifesta-se dentro do reino dos gnomos na tradição hermética.


O espírito da água é uma consciência associada ao elemento água.

O espírito da água representa as forças sutis presentes nos ambientes aquáticos.

O espírito da água manifesta as características de fluidez, adaptação e transformação.

O espírito da água exige sintonia consciente com o elemento correspondente para o contato dentro da visão hermética.

O espírito da água é acessado através da preparação espiritual e da identificação com o elemento água.

O espírito da água pode ser percebido gradualmente através da repetição e da concentração.

O espírito da água representa uma inteligência vinculada ao movimento e à natureza emocional do elemento.


O espírito da água é uma consciência associada ao elemento água.

O espírito da água representa as forças de fluidez, adaptação e movimento presentes na natureza.

O espírito da água possui conhecimentos relacionados às leis mágicas do elemento água.

O espírito da água pode apresentar diferentes graus de inteligência e desenvolvimento.

O espírito da água pode transmitir conhecimentos sobre a natureza aquática e seus mistérios.

O espírito da água está relacionado ao aprendizado das forças emocionais e da sensibilidade.

O espírito da água exige equilíbrio interior para que o praticante não seja dominado pela influência do elemento.


O espírito do ar é uma consciência associada ao elemento ar dentro da tradição hermética.

O espírito do ar representa as forças de movimento, leveza e expansão.

O espírito do ar é descrito como mais esquivo ao contato humano do que os espíritos da água.

O espírito do ar apresenta formas consideradas maravilhosas e sutis.

O espírito do ar pode apresentar manifestações femininas ou masculinas.

O espírito do ar possui um corpo descrito como etérico, flexível e delicado.

O espírito do ar exige paciência e persistência para o estabelecimento de contato.

O espírito do ar deve ser abordado respeitando a regra de não iniciar o diálogo nas primeiras experiências.

O espírito do ar representa o aprendizado das leis e práticas mágicas relacionadas ao elemento ar.

O espírito do ar simboliza inteligência, movimento e liberdade.


O espírito do fogo é uma consciência associada ao elemento fogo dentro da tradição hermética.

O espírito do fogo representa as forças de transformação, energia e manifestação ativa.

O espírito do fogo possui características semelhantes ao ser humano, mas com particularidades próprias.

O espírito do fogo é descrito como possuindo um rosto menor e um pescoço longo e fino.

O espírito do fogo pode ser conhecido através da observação no espelho mágico dentro da prática hermética.

O espírito do fogo exige que o mago se identifique imaginativamente com o elemento fogo para estabelecer contato.

O espírito do fogo é associado às regiões de crateras e montanhas de fogo.

O espírito do fogo apresenta constante movimento, semelhante às chamas de uma fogueira.

O espírito do fogo deve ser abordado respeitando a regra de não falar primeiro.

O espírito do fogo apresenta diferentes grupos de inteligência e desenvolvimento.

O espírito do fogo mais elevado é descrito como possuindo uma forma mais semelhante à humana.

O espírito do fogo pode transmitir conhecimentos relacionados à magia prática e às leis do elemento fogo.

O espírito do fogo representa o domínio da energia, vontade e transformação.


O espírito protetor é apresentado como uma consciência destinada a auxiliar o desenvolvimento espiritual do indivíduo.

O espírito protetor é associado à orientação e supervisão do caminho evolutivo do mago.

O espírito protetor pode ser reconhecido através da clarividência, do espelho mágico ou do estado de transe.

O espírito protetor acompanha o desenvolvimento espiritual conforme a visão apresentada por Bardon.

O espírito protetor atua como guia na evolução posterior do mago.


INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU IX

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1 Instrução Mágica do Espírito (IX) Neste grau, Bardon aprofunda o estudo da clarividência, diferenciando o desenvolvimento natural e equilibrado daquele obtido por métodos artificiais.

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... letargia, os órgãos ficam rígidos, o rosto lívido, como nos mortos. Mas logo que paramos a respiração ao lado do corpo a encerramos o exercício, notaremos que o corpo astral é puxado pelo corpo material como se este fosse um imã, e o processo da respiração recomeça normalmente no corpo físico. Só depois que nos transpomos espiritualmente de volta ao corpo físico, com o corpo mental, portanto com a consciência, isto é, quando os corpos mental a astral assumem a for ma física, é que voltaremos gradualmente a nós mesmos encerrando o primeiro exercício. Aquilo que normalmente é definido como morte segue o mesmo processo, só com a diferença de que no caso da morte a matriz entre os corpos material a astral é totalmente destruída. Na morte normal, em que a matriz astral entre os corpos material a astral se rompe por causa de uma doença ou outro motivo qualquer, o corpo astral em conjunto com o mental não têm mais suporte no corpo físico a automaticamente saem dele, voluntariamente ou não. Esse processo transfere a respiração ao corpo astral, sem que se tenha consciência disso. Assim se explica por que no início os mortos não sentem a diferença entre os corpos material-denso a astral. Só gradualmente eles vão tomando consciência disso, quando percebem que o corpo material-denso tomou-se inútil para eles a que o astral está submetido a leis diferentes (as do princípio do Akasha). Já escrevi sobre isso em detalhes nos capítulos anteriores, sobre o plano astral. O exercício do envio consciente do corpo astral é portanto uma imitação do processo de morte. Com isso podemos ver como es ...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

GRAU X

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1 INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPIRITO 1.1 A Elevação do Espírito aos Planos mais Elevados Conceito-chaveO Grau X representa a conclusão do primeiro grande ciclo da formação hermética apresentado por Franz Bardon.

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... e oferecer isso a ele. Não seria possível para mim aqui descrever em detalhes como isso pode ocorrer, mas qualquer mago terá uma intuição tão boa que poderá descobri-lo por si mesmo. Através de suas próprias experiências o mago perceberá o quanto ele poderá aprender dos seres dos elementos. É lógico que essas experiências então se transferirão à memória, portanto ao corpo material, e o mago poderá aproveitar essas experiências transferidas à prática, também no plano material. Aos olhos de um não-iniciado as coisas que o mago consegue realizar com a magia natural parecerão verdadeiros milagres. Depois de mais esse Progresso do mago, i . e., conhecer os quatro reinos dos elementos, dominálos na prática a através deles passar por ricas experiências, ele poderá conectar tudo isso com o aprendizado consciente junto a um mestre espiritual, um guru, ou espírito protetor.

Como já mencionamos no item sobre o relacionamento passivo com o além, toda pessoa possui em seu caminho um espírito protetor que lhe foi destinado pela Providência Divina, a que estimula a supervisiona o desenvolvimento espiritual da pessoa. No relacionamento passivo o mago entrou em contato pela primeira vez com esse espírito protetor, a através de sua clarividência conseguiu vê-lo no espelho mágico ou em estado de transe, quando almejou muito esse contato. Mas agora ele já chegou ao ponto de conseguir entrar em contato visual com o espírito protetor no plano mental. Não é difícil realizar isso na prática, pressupondo-se que o espírito protetor já não se deixou reconhecer antes por aquele mago que já domina tota ...

INSTRUÇÃO MÁGICA DO ESPÍRITO, DA ALMA A DO CORPO

FORÇAS OCULTAS

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Primeiro método: aproximação pelo espírito No primeiro método, o mago realiza uma projeção consciente de seu espírito em direção à pessoa que deseja influenciar.

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... ras coisas sob esse aspecto, coisas que poderiam ser transmitidas pelo éter. Poderia sintonizar tranqüilamente o conhecimento mágico com o conhecimento técnico-físico a químico. Com base nas leis universais ele chegaria a fazer descobertas bem maiores, mas qualquer antecipação na evolução teria conseqüências sérias. A Exteriorização Ao longo deste curso o mago aprendeu a separar seu corpo mental a astral do material-denso, portanto isso não é mais novidade para ele. Nesse trabalho a novidade é que ele não precisará mais separar todo o seu corpo mental ou o astral, mas apenas exteriorizar ou destacar partes isoladas do corpo. Como os corpos mental a astral não estão ligados ao tempo nem ao espaço, então, ao separar as partes de seu corpo no Akasha, através da imaginação, o mago poderá transpô-las pelas maiores distâncias.

Assim, por exemplo, ele será capaz de transpor um ou os dois olhos a qualquer lugar a captar as impressões como se estivesse lá fisicamente, sem precisar gastar a energia de transpor-se com todo o seu corpo, mental ou astral. Ele conseguirá fazer isso também com a sua audição espiritual ou anímica a ouvir a distâncias infinitas. No início ele só conseguirá fazê-lo com o corpo espiritual, através da imaginação, a só mais tarde com os corpos astral a mental. Assim ele poderá ver a ouvir ao mesmo tempo com a sua audição a visão transpostos, sem entrar em transe ou no mundo das causas primordiais.

Depois de treinar bem os olhos a os ouvidos, ele poderá proceder da mesma forma com as mãos, ou eventualmente também com os pés. No começo ele fará isso só espiritual ...

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO

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Na sua visão, essa rivalidade contradiz o verdadeiro espírito da busca espiritual.

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Conclusão Como mencionei na introdução deste livro, esta obra de iniciação não é um meio para um fim; não se destina à obtenção de riqueza, poder, glória a fama, mas é um estudo sério sobre o homem, portanto sobre o microcosmo em relação ao macrocosmo, com as suas leis. Em conseqüência disso o leitor poderá formar uma perspectiva totalmente nova sobre a magia a nunca mais rebaixá-la à condição de feitiçaria e evocação do demônio. Naturalmente cada leitor avaliará esta obra de iniciação de um ponto de vista muito individual. Uma pessoa de visão totalmente materialista, que não acredita em nada a que não sabe nada sobre o mundo sobrenatural, mas só conhece o mundo material, definirá esta obra como simples utopia. Não é função deste livro despertar alguma crença nessa pessoa ou conquistá-la, mudando a sua opinião a convencendo-a a adotar outro ponto de vista. Este livro é dedicado principalmente àqueles leitores que procuram a mais pura verdade e o conhecimento mais elevado. Muitas vezes a pessoa é convencida ou até induzida a seguir alguma direção espiritual, a passa pela experiência de ver essas diversas tendências tomarem-se inimigas, por causa da inveja ou da prepotência. O verdad...

Giuliano Kremmeerz21 trechos

Introdução à Ciência Hermética

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / FUNDAMENTOS

DEUS E O ABSOLUTO

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AS DUAS FACES DE DEUS Todos os símbolos e hieróglifos dos antigos sábios dizem o mesmo: Ele tem duas faces: a visível, que representa sua manifestação no mundo físico, isto é, na Natureza que aparece, em nossas modernas filosofias materialistas; e a face invisível, representando o espírito da Natureza, isto é, a Inteligência, a lei de cada manifestação da Natureza – uma Força, uma imensa Alma que faz a árvore floresc...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / FUNDAMENTOS

A CRIAÇÃO

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Criar não é tirar algo do nada, é dar vida e forma, pensamento e vontade, espirito, essência e aparência.

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Leis Universais

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Qualquer fenômeno de qualquer natureza e espécie, acima como abaixo, na matéria como no espirito, no invisível, no perceptível como no imperceptível, é produzido por um estimulo governante (M) e pela força única ou vida do Universo.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / ANTROPOLOGIA ESOTÉRICA

Estrutura do Homem

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Para alguns o homem é somente matéria, para os teólogos o homem é matéria e espirito.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / ANTROPOLOGIA ESOTÉRICA

Psicologia Espiritual

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Identifique esse campo como um núcleo, uma entidade, uma pessoa e você vai encontrar uma unidade histórica de seu espírito ao longo de todas as suas vidas passadas.

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FORÇA E ENERGIA

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Na realidade, as pessoas empregam a força vital não para seu bem-estar, mas para muitos outros fins que podem enfraquecer seu espirito, expondo-as a riscos que de outra forma poderiam ser evitados.

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Evolução do Ser

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O ser humano é um espirito em gestação, e a verdadeira iniciam espiritual consiste em antecipar conscientemente o nascimento para uma existência superior.

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A UNIAO SEXUAL

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Observem que não é a união entre dois espíritos, pois para os cristãos, uno não é o Espírito de Deus.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O MUNDO INVISIVEL

LUZ ASTRAL

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Olhando para a água e os peixes através do vidro, você, ser humano, é, em comparação com os animais no líquido, o mesmo que é uma inteligência de ordem superior (um espírito purificado ou arcanjo) em comparação conosco, que estamos imersos na corrente astral.

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Espíritos e Entidades

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ESPIRITOS DOS MORTOS Pagina 55, 58 A morte não separa o corpo físico de um corpo invisível inteligente- e portanto, não há espíritos dos mortos.

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Fenômenos Espirituais

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SOBRE Os MEDIUNS Pagina 52 O médium é a pessoa que atua como meio de comunicação entre o espirito da pessoa morta, ainda não reencarnada, e os vivos.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O DISCIPULO

DISCIPULO

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Conceito da Rosa Mística Muitas pétalas ao redor de um botão, que é sua alma, espírito, força e inteligência.

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FORMAÇÃO

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Você só deve pedir e esperar da sua doutrina um único fenômeno: a reintegração de teu ego inteligente, que teu espírito seja iluminado, que possas encontrar a Luz e, na luz, o Mestre.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O DISCIPULO

CONDUTA

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As parábolas de Cristo, assim como a história das migrações judaicas, estão cheias de lutas e regras nas quais o nome de cada homem expressa um espírito de ação e cada comando de batalha aponta para o conflito entre espírito e forma profana.

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RELAÇÃO COM O SAGRADO

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Nenhuma sociedade espiritual pode evitar esse poder do Mestre, porque ele, que vê e entende de modo mais claro, será sempre o instrutor dos espiritualmente jovens.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / O DISCIPULO

Caminho do Mago

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O Santo é aquele que identifica sua razão humana com a razão fatal das coisas e dos espíritos.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

FUNDAMENTOS

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Considerada como ciência, é o conhecimento da formação trinitária na natureza e no homem, por meio da qual a onisciência do espirito e seu controle sobre as forças da natureza podem ser alcançados pelo individuo enquanto ele ainda está em seu corpo.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

PREPARAÇÃO

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Ariel, como todos os anjos, como todos os espíritos, como tudo que é, tem de ser considerado tangível em todos os aspectos, mesmo nas intuições mais normais da mentalidade humana.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

PRÁTICA

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Quem chegará será o espirito da mentira; é a larva de sua maldade que ganha vida no delírio de sua paixão.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / MAGIA

DESVIOS E PERIGOS

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MISTICOS E OS FALSOS DOUTORES MISTICOS são uma legião: dos exageros religiosos daqueles que falam com Deus e com os santos, profetas e arcanjos, até aqueles que evocam os espíritos dos mortos.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / INTRODUÇÃO Á CIÊNCIA HERMÉTICA / AFORISMOS

AFORISMOS

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1º AFORISMO

UNO É O MUNDO, UNO É O HOMEM E UNO É O OVO. O MUNDO, O HOMEM E O OVO DÃO TRÊS. EM CADA UM, VEMOS TRÊS; NO MUNDO, NO HOMEM E NO OVO, ENCONTRAMOS TRÊS VEZES TRÊS.

Se quiseres aprender o segredo do ovo, pega três. Se quiseres entender o mistério do homem, eleva-te a seis. Se quiseres a intuição do grande arcano do mundo, sobe a nove. Inspira e expira três vezes para conheceres o segredo do ovo. Seis vezes para o mistério do homem, nove vezes para o arcano do mundo.

Então Ea (Jeová) criou primeiro o mundo, depois o homem, depois o ovo e ao último entregou o segredo tanto do homem quanto do mundo.

Assim, meu filho, o primeiro aforismo das coisas sagradas e ocultas está no número 369. Sem luz, sem ruído, sem qualquer pensamento que não seja um anseio por Ea, enterra-te vivo em uma caverna onde não entre luz terrestre, com os ouvidos tampados com cera de abelha e lã de cordeiro, e lá inspira e expira 369 vezes até veres o Mundo no Ovo de Ea.

2º Aforismo

Quando criou o mundo, Ea contemplou duas coisas, branco e preto, quente e frio. Sua respiração tornou-se fria e quente e ele deu seu sopro quente para o homem e o sopro frio para a mulher, porque o primeiro era para acender e aquecer e o segundo para aceitar e preservar; então tu, meu filho, assim que viste o mundo de Ea, “aprendeste” o que é a vida e como a vida é soprada do mundo de Ea para o mundo do ovo; e descobrirás que a vida das coisas masculinas não é a vida das coisas femininas, e que Ea soprou duas vezes apenas nas coisas que têm uma dupla natureza.

Assim, o segundo aforismo que deves lembrar é que não podes fazer uma obra divina sem um conhecimento da natureza da vida no ovo, no homem e no mundo de Ea.

3º Aforismo

Depois que aprendeste a inspirar e expirar, a distinguir a natureza da vida de homens e mulheres nas coisas do mundo de Ea, tens de aprender a soprar, como Ea fez no mundo, no ovo de coisas ainda não criadas. Em seguida, volta para teu sepulcro vivo, tampa de novo os ouvidos e, em vez de inspirar e expirar, sopra 369 vezes nas coisas que sentes, mas não vês. Enquanto sopras, incha as bochechas, não inches a barriga, caso contrário o sopro vai voltar para onde se originou e vais morrer. Se praticares esta regra, meu filho, vais descobrir como, soprando para o céu, acendes o fogo (pyr).

4º Aforismo

Se aprendeste a conhecer o mundo de Ea, a vida da dupla respiração e a saber como acender, soprando (insuflando) o fogo no céu, tu te transportarás para a montanha mais alta de teu país e sentarás no chão desnudo, com uma árvore frutífera à direita e uma semente à esquerda. Soprando na árvore, vais secá-la como se ela fosse atingida pelo vento do Schen (o deserto) e soprando na semente vais refazer a árvore. Então verás uma serpente com duas cabeças brotar do chão e, com duas vozes, ela te dirá: primeira cabeça, “eu sou a semente”; segunda cabeça, “eu sou a árvore”. Então entenderás que as duas cabeças têm um único tronco, portanto a semente e a árvore são a mesma coisa. Aí secarás a nova árvore, bem como uma nova semente, e pedirás que Ea te ensine. Acende o fogo com tua respiração e Ea falará contigo das chamas.

5º Aforismo

Assim que Ea tiver falado contigo, o espírito dele, o gigantesco Egs (Áries) começará a agitar os ventos ao teu redor. Esses ventos são a fonte de seu poder, de sua força e de sua luz; mas cuidado para não te entregares inteiramente a eles, porque Ea e seu espírito Egs são mais fortes que tu, e morrerias se fosses alçado vivo para onde o homem não pode viver.

6º Aforismo

Constrói para ti um navio com uma vela que o vento de Egs não possa rasgar e, assim que vires o vento ondulando as águas e as águas subindo para o céu, entra no navio e diz a Egs: “Leva-me para onde as águas não possam me alcançar”. Então o volume das águas será aumentado pelos sete espíritos de Egs.

Fou – empurra Xi – redireciona Mne – sustenta Ag – conduz

Mor – segura Mô – ouve e fala Râ – vê

No quadragésimo dia, sentirás o navio tocando a terra.

Mô dirá: “A água recua”. Râ verá o topo de uma montanha triangular.

Para conheceres a verdade, transforma-te então em um pássaro preto, voa e encontrarás os cadáveres e carcaças que te acorrentarão. Volta, então, em espírito para o teu navio, transforma-te numa pomba e agradece a Ea. Egs continua a girar e farás, a teu bel-prazer, as águas se avolumarem e retrocederem; conhecereis, então, o segundo espírito, Ise.

Minha prosa, quando parece obscura e quando não posso torná-la mais explícita, servirá como sinalizador no caminho misterioso daquele que pratica e que vai entender com o tempo, como e quando estiver nas condições que estou mencionando.

Hermes Trismegisto8 trechos

Corpus Hermeticum Graecum

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Ensaios do Autor

Hermética como conhecimento do Sentido da Vida

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Razão e Espirito _"Pois o compreender é o crer, porém o desconfiar é o não compreender.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Ensaios do Autor

As Bases Filosóficas e Religiosas do Hermetismo: Teurgia e Mântica, Simpatia e Astrologia

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Entre muitos e variados espíritos, está o amor.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Libellus I - Poimandres de Hermes Trismegisto

A Criação do Homem e sua Queda na Natureza

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O tratado apresenta uma narrativa simbólica que procura explicar simultaneamente a origem da humanidade, sua natureza espiritual e a razão de sua condição atual.

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# 2. O Nous Demiurgo, a Criação do Homem e o Mistério da Natureza Porém o Nous Deus, sendo macho-fêmea, sendo vida e luz, gestou com uma palavra outro Nous Demiurgo, que, sendo Deus do fogo e do ar, criou uns sete regentes, os quais envolvem o mundo sensível em ciclos, e cuja regência é chamada heimarmene. O Logos de Deus saltou imediatamente dos elementos inferiores [de Deus] para a pura obra da natureza, e se uniu ao Nous Demiurgo (pois era consubstancial), e foram deixados embaixo os irracionais inferiores da natureza, tal que eram somente matéria. Porém o Nous Demiurgo, com o Logos, o que envolve e que rodopia com zunidos, girou as obras de si mesmo e permitiu que fossem giradas desde um início indefinido até um infindo término; pois começa onde se acaba. Porém a circunvolução desses, segundo quis o Nous, trouxe os viventes irracionais dos elementos inferiores (pois não possuíam o Logos): o ar trouxe os voláteis e a água os aquáticos; porém a terra e a água têm sido separadas uma da outra, segundo quis o Nous; a terra tirou fora de si os que eram viventes quadrúpedes, répteis, feras selvagens e domésticas. O **Pai...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Libellus I - Poimandres de Hermes Trismegisto

O Autoconhecimento e o Caminho de Retorno

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"O sensato reconheça a si sendo imortal." Assim, a multiplicação da vida física é acompanhada por um chamado ao despertar espiritual.

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# 3. A Separação dos Sexos, o Conhecimento de Si e a Ascensão da Alma"E depois dessas coisas, ó Poimandres? Pois cheguei a um grande desejo e anelo ouvir; não saias do assunto." E o Poimandres disse: — "Mas fica quieto. De modo nenhum expliquei o primeiro discurso a ti.""Eis que faço silêncio", disse eu. Então veio, como eu disse, o engendramento desses sete desta forma: com efeito, feminina era a terra e a água fertilizadora, porém do fogo era a prova de maturação. Do éter, a natureza recebeu o pneuma e produziu os corpos conforme a aparência do Homem. Porém o Homem, de vida e luz, veio a ser em alma e mente: de vida, a alma; e de luz, a mente. E todas as coisas do mundo sensível permaneceram assim até o fim de um período e até as origens das espécies. Escuta o resto, o discurso que queres escutar: cumprido o período, a conjunção de todas as coisas foi solta pela vontade de Deus; pois todos os viventes, sendo macho-fêmeas, separaram-se conjuntamente com o homem e vieram a ser os machos em parte e as fêmeas semelhantemente. E Deus logo disse uma palavra santa: **"Crescei em crescimento e multiplicai em multidão todas as cria...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / Libellus I - Poimandres de Hermes Trismegisto

O Hino de Louvor ao Pai

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Ela possui uma finalidade claramente espiritual.

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Santo é Deus e Pai de todos.

Santo é Deus, cuja vontade é cumprida pelas suas próprias potências.

Santo é Deus, que quer ser conhecido e é conhecido pelos seus.

Santo és, que tens constituído por ti os seres com a palavra.

Santo és, cuja toda natureza produziu uma imagem.

Santo és, que a natureza não formou.

Santo és, o mais forte do que a potência.

Santo és, o maior do que toda proeminência.

Santo és, o melhor que os louvores.

Recebe os sacros sacrifícios racionais de alma e coração, dedicados a ti, ó Inexprimível, ó Inefável, tu que és chamado em silêncio.

Ao que se solicita que não sejamos destituídos da gnose referente à nossa essência; consente a mim e me investe de potência, e iluminarei os que estão na ignorância do gênero humano, meus irmãos, mais ainda teus filhos, através dessa graça.

Por isso, creio e testifico:

Eu vou para vida e luz.

Bendito és, Pai. A tua humanidade quer consagrar contigo, conforme entregaste toda a autoridade a ela.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / LIBELLUS II A - De Hermes para Tat

O Movimento do Universo

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Conceito-chaveNo Corpus Hermeticum , a causa última do movimento não é material, mas espiritual.

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# 1. O Movimento do Mundo e a Natureza do Espaço — Todo o móvel, ó Asclépio, não é movido em algo e por algo? — Certamente. — Porém não é necessário que o móvel seja maior do que aquilo no qual ele é movido? — É necessário. — Então, mais forte é o motor do que o móvel? — Pois é, mais forte. — E é necessário aquilo no qual é movido que tenha natureza oposta à do móvel? — Também sim. Então grande é esse mundo, do qual não existe corpo maior? — Que seja concordado. — E é compacto? Pois é preenchido de muitos outros grandes corpos, e melhor, tais são os corpos de todos. — Assim é. — Porém o mundo é um corpo? — É um corpo. — E é móvel? — Certamente. — Que tamanho de espaço no qual ele é movido é necessário, qual é a natureza desse espaço? Não muito maior, a fim de que seja possível receber a perseverança de uma rápida moção e que, não sendo pressionado o movido pela estreiteza, retarde o movimento? — É alguma coisa enorme, ó Trismegistos. — De que natureza? Então é da oposta, ó Asclépio? E o incorpóreo é natureza oposta ao corpo. — Que seja concordado. Portanto, o espaço é incorporal, mas o incorporal ou é divino ou é Deus. Porém eu es...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / CORPUS HERMETICUM Graecum / LIBELLUS II A - De Hermes para Tat

Deus, o Bem Supremo e a Natureza do Ser

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Da mesma forma, afirma que Deus: não é o Pneuma, mas a causa do Pneuma; não é a Luz, mas a causa da Luz.

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# 2. Deus como o Bem Supremo e Pai de Todas as Coisas Com efeito, nem há nenhum não ser que ele não tenha deixado completo, mas todas as coisas que vieram a ser são provenientes das coisas existentes, não das não existentes. Pois as não existentes não têm a natureza de poder vir a ser, mas de não poder vir a ser algo e, por sua vez, as existentes não têm a natureza de nunca ser. — "Então, o que queres dizer do não ser nunca?" Portanto, Deus não é Nous, mas é o causador do ser Nous; nem do Pneuma, mas o causador do ser Pneuma; nem Luz, mas o causador do ser Luz. Donde é necessário reverenciar Deus por esses dois títulos, os quais têm sido aplicados somente a ele e a nenhum outro. Pois nem algum dos outros chamados deuses, nem dos homens, nem dos daimones, pode, segundo a grandeza, ser bom, exceto somente Deus. E esse é o Único, e não há nenhum outro. Porém todas as outras coisas são incapazes da natureza do Bem; pois são o corpo e a alma, não tendo lugar que pode comportar o Bem. Pois tal é a grandeza do Bem tanto quanto é a existência de todos os seres, incorpóreos como corpóreos, e dos sensíveis e dos inteligíveis. **Isso...

Libellus III — Discurso Sagrado de Hermes

A Manifestação do Cosmos e o Ciclo da Renovação

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O estado primordial da criação Antes da manifestação do cosmos, o tratado descreve uma condição primordial composta por três elementos: uma escuridão indefinida; a água; um pneuma sutil e intelectual.

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# 1. Deus como Princípio de Todas as Coisas e a Ordem da Criação Glória de todas as coisas é Deus: tanto ser divino quanto natureza divina. Princípio dos seres é Deus: tanto Nous quanto natureza e matéria, sendo ele a sabedoria para demonstração de todas as coisas. Princípio é o divino, tanto natureza quanto energia e necessidade, tanto fim quanto renovação. Pois havia escuridão indefinida, água e pneuma sutil e intelectual no abismo, estando essas coisas no caos pela potência divina. Então uma luz santa foi elevada da substância úmida, tendo sobressaído †da areia†, e todos os deuses †separaram† os elementos da natureza germinal. Porém, de todos os seres inacabados e não construídos, de todos os que têm sido separados e suspensos pelo fogo para serem conduzidos pelo pneuma, foram separados os leves para o alto e os pesados foram alicerçados sobre a areia úmida. E o céu foi visto em sete ciclos, e os deuses apareceram em formas de constelações, e foram articulados com todos os seus signos. Com os deuses em si, também a circunferência foi enrolada pelo ar, sendo conduzida em curso cíclico pelo pneuma divino. Porém cada deus leva...

Três Iniciados6 trechos

O CAIBALION

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

A CHAMA

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Muitas vezes, porém, correm o risco de se perder em sua essência mais pura: a ascendência espiritual.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

Princípios Herméticos

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“Os Princípios da Verdade são sete; aquele que os conhece perfeitamente possui a Chave Mágica com a qual todas as portas do Templo serão completamente abertas.” 1— Princípio do Mentalismo: “O TODO É MENTE; O UNIVERSO É MENTAL.” “Sob as aparências do Universo, Tempo, Espaço e Mobilidade, está sempre oculta a realidade Substancial; a Verdade Fundamental.” Explica que o TODO — que é a Realidade Substancial oculta em tod...

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

Transmutação Mental

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A Lei da Neutralização é o segredo do equilíbrio mental e espiritual: ela permite que você observe o movimento, sem ser movido por ele.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

O TODO

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Assim, o TODO é a Infinita Mente Vivente, chamada pelos Iluminados de Espírito.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

O PARADOXO DIVINO

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CONSERVE SUA MENTE SEMPRE NA ESTRELA, MAS DEIXE SEUS OLHOS VIGIAREM SEUS PASSOS, PARA QUE VOCÊ NÃO CAIA NA LAMA POR CAUSA DO OLHAR AO ALTO." O Espírito O Espírito é simplesmente um nome que os homens dão à mais alta concepção da Infinita Mente Vivente.

CIÊNCIAS OCULTAS / O HERMETISMO / O CAIBALION

Planos de Correspondência

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Sete planos menores: Plano da Mente Mineral – Espíritos em sentido primitivo, entidades viventes de baixo grau de desenvolvimento.

William Walker Atkinson3 trechos

O CAIBALION

CAPITULO 4 - O TODO

A Mente Vivente Infinita

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CONCEITOS CENTRAIS: Mente Vivente Infinita, Espírito, TODO, Vida, Mente
CONCEITOS SECUNDÁRIOS: Almas iluminadas, Iluminação, Mente finita, Forças mecânicas, Matéria

A Mente Vivente Infinita

O TODO é apresentado como uma Mente Vivente Infinita, denominada Espírito pelas almas iluminadas, transcendendo infinitamente as formas limitadas de vida e mente conhecidas pelos mortais.

O que está acima da mente e da vida finitas

O trecho responde à questão anterior sobre a natureza do TODO estabelecendo uma distinção de grau e magnitude entre aquilo que os mortais chamam de vida e mente e aquilo que o texto entende como a realidade absoluta.

A expressão “MENTE VIVENTE” não deve ser compreendida simplesmente como uma mente humana ampliada. O texto a coloca em uma escala completamente superior:

“tão superior a tudo que os mortais conhecem por essas palavras, como a Vida e a Mente são superiores às forças mecânicas, ou à matéria”

A comparação estabelece uma hierarquia. Assim como a vida e a mente são consideradas superiores às forças mecânicas e à matéria, a Mente Vivente Infinita estaria infinitamente acima das manifestações finitas de vida e mente.

O autor, portanto, não está simplesmente equiparando o TODO à mente humana. Ele utiliza a palavra Mente como uma aproximação conceitual para algo que transcende aquilo que normalmente designamos por mente.

Da matéria ao TODO

A estrutura implícita do trecho pode ser entendida como uma gradação:

Matéria → forças mecânicas → Vida → Mente → Mente Vivente Infinita

Essa sequência não é apresentada como uma classificação científica, mas como uma hierarquia filosófica de manifestação, na qual cada nível superior transcende o inferior.

A expressão “Mente Vivente Infinita” constitui, portanto, uma tentativa de falar sobre o TODO sem reduzi-lo às limitações da experiência humana.

Espírito como nome do TODO

O texto então relaciona essa concepção à palavra “ESPÍRITO”:

“Referimo-nos àquilo que as almas iluminadas querem dizer quando pronunciam reverentemente a palavra ‘ESPÍRITO’!”

Nesse ponto, Espírito aparece como uma designação tradicional utilizada por aqueles que alcançaram determinado grau de iluminação.

O termo não é apresentado como uma entidade adicional ao TODO. Pelo contrário, o texto conclui:

“O TODO é Mente Vivente Infinita – os Iluminados chamam-na de ESPÍRITO!”

Assim, há uma equivalência conceitual dentro da estrutura da obra:

TODO = Mente Vivente Infinita = Espírito

O uso de três expressões diferentes não cria necessariamente três realidades. São formas distintas de designar aquilo que o autor considera a realidade absoluta.

A relação com o Princípio do Mentalismo

Essa passagem aprofunda diretamente o princípio estudado anteriormente:

“O TODO é MENTE; o Universo é Mental.”

Aqui, o autor fornece um conteúdo mais específico à palavra Mente. O TODO não seria apenas “mental” em um sentido abstrato; ele é descrito como Mente Vivente Infinita.

Isso também explica por que o texto insiste em sua superioridade em relação à mente finita. O Mentalismo não pretende reduzir o TODO à mente individual do ser humano. Ao contrário, a mente humana aparece como uma manifestação finita de uma realidade mental infinitamente superior.

A Mente humana é tratada como uma manifestação limitada; o TODO, como Mente Vivente Infinita, é apresentado como a realidade universal da qual essas formas finitas de vida e mente dependem.

Citações importantes

“MENTE VIVENTE INFINITA”

É a definição central do trecho e a expressão que procura caracterizar a natureza do TODO de maneira positiva.

“as almas iluminadas querem dizer quando pronunciam reverentemente a palavra ‘ESPÍRITO’”

Mostra que Espírito é apresentado como um nome utilizado pelos iluminados para aquilo que o autor chama de Mente Vivente Infinita.

“O TODO é Mente Vivente Infinita – os Iluminados chamam-na de ESPÍRITO!”

É a formulação conclusiva, unindo os principais conceitos do trecho.

“Mente” não significa aqui simplesmente consciência individual. O texto utiliza o termo para designar uma realidade infinitamente superior às formas finitas de mente e vida.

2. A realidade absoluta é vivente

A expressão Mente Vivente acrescenta à noção de mente a característica de Vida, diferenciando o TODO de uma inteligência concebida como simples mecanismo abstrato.

3. Espírito é uma designação para o TODO

Dentro da linguagem da obra, Espírito é o nome pelo qual as almas iluminadas reconhecem reverentemente a Mente Vivente Infinita.

4. Existe uma gradação entre matéria, vida e mente

O trecho apresenta uma hierarquia filosófica na qual matéria e forças mecânicas ocupam níveis inferiores, enquanto Vida e Mente representam manifestações superiores, culminando na Mente Vivente Infinita.

5. O Mentalismo ganha uma definição mais profunda

O TODO não é apresentado apenas como “Mente”, mas como Mente Vivente Infinita, isto é, como o Espírito que transcende todas as manifestações finitas de vida e consciência.

CAPITULO 5 - O UNIVERSO MENTAL

O Espírito

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CONCEITOS CENTRAIS: Espírito, TODO, Mente Vivente Infinita, Essência Real
CONCEITOS SECUNDÁRIOS: Incognoscível, definição, entendimento, transcendência, Mente, Vida, Energia Mecânica, Matéria

O Espírito

O Espírito é apresentado como o nome que a mente humana atribui à concepção mais elevada da Mente Vivente Infinita, servindo como uma forma de pensar e falar sobre o TODO sem pretender defini-lo plenamente.

O Espírito como aquilo que não pode ser definido

O trecho começa com uma afirmação direta:

“O TODO é ESPÍRITO!”

Mas imediatamente surge a questão fundamental: o que é o Espírito?

A resposta apresentada é que essa pergunta não pode ser respondida de maneira definitiva, porque a definição de Espírito praticamente coincide com a definição do próprio TODO. Como o TODO não pode ser explicado nem definido em sua plenitude, o mesmo limite se aplica ao Espírito.

Assim, Espírito não é apresentado como um objeto que possa ser completamente conhecido, mas como um termo utilizado para apontar para aquilo que ultrapassa a capacidade de compreensão humana.

O texto chama o Espírito de:

“Essência Real”

e também de Mente Vivente, mas faz questão de estabelecer que essas expressões são aproximações destinadas ao pensamento humano, não definições absolutas da realidade divina.

Mente Vivente Infinita e transcendência

A relação estabelecida anteriormente entre matéria, energia, vida e mente retorna aqui com maior precisão.

O Espírito é descrito como uma realidade tão superior à vida e à mente humanas quanto estas últimas são superiores à Energia Mecânica e à Matéria.

A comparação cria uma hierarquia de compreensão:

Matéria → Energia Mecânica → Vida → Mente → Mente Vivente Infinita / Espírito

O objetivo dessa escala não parece ser fornecer uma classificação científica, mas demonstrar a distância entre a experiência humana e aquilo que o texto chama de Espírito.

Quanto mais elevado o princípio considerado, mais ele ultrapassa as categorias ordinárias através das quais o homem procura compreender a realidade.

Por isso, o Espírito:

“transcende o nosso entendimento”

Essa transcendência não significa, no entanto, que seja proibido pensar sobre ele. O trecho propõe exatamente o contrário: podemos utilizar o conceito de Espírito para orientar o pensamento, desde que reconheçamos os limites dessa representação.

O nome como instrumento do pensamento

Existe aqui uma distinção bastante importante entre definir e conceber.

O texto afirma que o Espírito não pode ser plenamente definido, mas sustenta que podemos pensá-lo como Mente Vivente Infinita.

Isso significa que a expressão funciona como um instrumento conceitual. Ela não pretende capturar completamente a natureza do TODO, mas fornecer à mente humana uma referência suficientemente elevada para que a questão possa ser contemplada.

O próprio texto estabelece essa condição:

“usamos o termo simplesmente para poder pensar ou falar sobre O TODO.”

Assim, o nome Espírito possui uma função epistemológica: ele permite falar sobre aquilo que, em sua natureza absoluta, ultrapassa a linguagem e a compreensão.

A alternativa apresentada pelo autor é bastante radical: ou utilizamos essa concepção limitada para pensar o TODO, reconhecendo sua insuficiência, ou simplesmente abandonamos a tentativa de pensar sobre a questão.

O Espírito não é uma definição do TODO, mas um nome necessário para que a mente humana possa apontar para uma realidade que ela não consegue abarcar plenamente.

O limite e a possibilidade do conhecimento

O trecho apresenta, portanto, uma posição intermediária entre dois extremos.

De um lado, está a pretensão de definir completamente o TODO, que o texto rejeita.

De outro, está a conclusão de que, por não podermos compreendê-lo completamente, nada podemos pensar sobre ele.

O autor também rejeita esse segundo extremo.

A solução é utilizar conceitos como Espírito e Mente Vivente Infinita como aproximações, mantendo simultaneamente a consciência de que aquilo que está sendo apontado permanece maior do que o conceito utilizado.

Essa estrutura produz uma espécie de disciplina do pensamento:

conceber → reconhecer o limite da concepção → não confundir o conceito com a realidade absoluta.

Citações importantes

“O TODO é ESPÍRITO!”

É a afirmação fundamental da passagem e estabelece a identificação entre os dois termos.

“Espírito é simplesmente um nome que os homens dão à concepção mais elevada da Mente Vivente Infinita”

Define a função do termo “Espírito” como uma designação humana para aquilo que ultrapassa a compreensão comum.

“O Espírito transcende o nosso entendimento”

Resume o limite epistemológico estabelecido pelo texto.

“usamos o termo simplesmente para poder pensar ou falar sobre O TODO.”

Explica por que, apesar de sua transcendência, ainda é legítimo utilizar o conceito de Espírito.

O texto identifica o Espírito com o TODO, mas ressalta que nenhum dos dois pode ser plenamente definido ou explicado pela compreensão humana.

2. Espírito é uma designação, não uma definição absoluta

A palavra serve para apontar para a Essência Real, mas não pretende esgotá-la conceitualmente.

3. A Mente Vivente Infinita é uma aproximação

O homem pode pensar o Espírito como Mente Vivente Infinita, desde que reconheça que essa concepção permanece muito abaixo da realidade que pretende representar.

4. O pensamento não deve abandonar o Incognoscível

O limite da compreensão não implica abandonar a reflexão. O texto propõe continuar pensando, mas com consciência de que o conceito não corresponde plenamente àquilo que ele aponta.

5. O conhecimento começa pelo reconhecimento do limite

Pensar o Espírito corretamente, segundo o trecho, é utilizá-lo como conceito para aproximar-se do TODO sem jamais confundir a representação mental com a realidade absoluta que permanece além do entendimento.

CAPITULO 7 - O TODO EM TUDO

O desenvolvimento espiritual

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CONCEITOS CENTRAIS: Espírito Inerente, desenvolvimento espiritual, reconhecimento do Espírito, manifestação do Espírito
CONCEITOS SECUNDÁRIOS: Homem, escala espiritual, realização interior, Verdadeira Religião

O Espírito Inerente

O desenvolvimento espiritual é definido como o reconhecimento, a realização e a manifestação do Espírito que já existe imanentemente no interior do próprio ser humano.

O Espírito dentro do Homem

O trecho desenvolve uma consequência direta da ideia de imanência apresentada anteriormente. Se o TODO permanece presente em suas manifestações, então o homem também possui, em seu próprio ser, aquilo que o texto chama de Espírito Inerente.

A passagem não descreve o desenvolvimento espiritual como a aquisição de algo completamente externo ou novo. Pelo contrário, o movimento espiritual começa pelo reconhecimento de uma realidade que já está presente interiormente.

“o Espírito Inerente, imanente dentro de seu ser”

A palavra imanente é particularmente importante aqui. O Espírito não está sendo apresentado apenas como uma realidade distante, localizada acima do homem, mas como algo que permanece dentro de seu próprio ser.

Por isso, o desenvolvimento espiritual é descrito como um processo de tomada de consciência e manifestação dessa realidade interior.

O significado de desenvolvimento espiritual

O autor fornece uma definição bastante direta:

“o reconhecimento, a realização e a manifestação do Espírito dentro de nós.”

Os três termos representam momentos diferentes de um mesmo processo.

Reconhecimento corresponde à percepção de que o Espírito está presente.
Realização indica a compreensão ou vivência efetiva dessa realidade.
Manifestação corresponde à expressão dessa consciência na própria existência.
Assim, o desenvolvimento espiritual não se reduz a acreditar intelectualmente na existência do Espírito. O conceito envolve uma passagem da percepção → realização → manifestação .
Essa distinção é importante porque transforma “desenvolvimento espiritual” em algo mais amplo do que acumular conhecimento religioso ou filosófico.

A ascensão na escala espiritual

O texto afirma que, à medida que o homem se dá conta do Espírito Inerente, ele “subirá na escala espiritual da vida”.

Essa escala pressupõe diferentes graus de desenvolvimento. O movimento ascendente não é apresentado como uma mudança do homem para uma realidade completamente estranha, mas como um aprofundamento progressivo da consciência daquilo que já está presente nele.

Há, portanto, uma relação entre imanência e evolução espiritual:

Espírito imanente → reconhecimento → realização → manifestação → ascensão espiritual

Dentro dessa perspectiva, o desenvolvimento consiste menos em adicionar algo ao homem e mais em tornar consciente e expressar aquilo que já está interiormente presente.

A Verdadeira Religião

O trecho termina atribuindo grande importância a essa definição:

“Ela contém a Verdade da Verdadeira Religião.”

O autor está, portanto, estabelecendo uma definição muito específica de religião. A Verdadeira Religião, segundo essa formulação, não é apresentada primordialmente como um sistema externo de crenças, instituições ou dogmas, mas como o processo de reconhecer, realizar e manifestar o Espírito interior.

Essa conclusão se conecta diretamente ao conceito de imanência do TODO estudado no trecho anterior. Se o TODO é imanente em suas manifestações e o Espírito está imanente no homem, então o desenvolvimento espiritual pode ser compreendido como a tomada de consciência dessa presença interior.

É importante observar que essa é a definição religiosa própria apresentada pelo texto, e não uma definição geral de religião.

O desenvolvimento espiritual começa pelo reconhecimento de que existe um Espírito Inerente dentro do próprio homem.

2. Desenvolvimento não significa apenas aquisição

O texto descreve a evolução espiritual como descoberta e manifestação de uma realidade já imanente, e não simplesmente como obtenção de algo exterior.

3. Existem três momentos fundamentais

O desenvolvimento é definido através de reconhecimento, realização e manifestação, formando uma sequência progressiva.

4. A ascensão é interior

Subir na “escala espiritual” significa aprofundar a consciência e a expressão do Espírito presente no próprio ser.

5. Religião como realização do Espírito

Para o autor, a verdadeira religião encontra seu núcleo não apenas na crença sobre o Espírito, mas no reconhecimento, realização e manifestação efetiva do Espírito dentro de nós.